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	<title>Cartas Argentinas &#187; Interior da Argentina</title>
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	<description>Tudo o que acontece na Argentina, em bom português</description>
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		<title>Trocar dinheiro no interior da Argentina</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 03:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dinheiro/Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Interior da Argentina]]></category>
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		<description><![CDATA[Saída pela direita! Crédito da foto Por experiência própria posso afirmar que o valor de uma cotação vantajosa é inversamente proporcional à distância que se está de Buenos Aires. Em fevereiro de 2002, fui a Ushuaia. A Argentina começava a desvalorizar o peso e foi batata: o valor oferecido pelas casas de câmbio de lá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Saída pela direita!" src="http://farm3.static.flickr.com/2025/2052749453_4edc88e04f.jpg?v=0" alt="" width="500" height="333" /></p>
<h5 style="text-align: center;">Saída pela direita!  <a href="http://flickr.com/photos/mailirolponi/2052749453/" target="_blank">Crédito da foto</a></h5>
<p>Por experiência própria posso afirmar que o valor de uma cotação vantajosa é inversamente proporcional à distância que se está de Buenos Aires. Em fevereiro de 2002, fui a Ushuaia. A Argentina começava a desvalorizar o peso e foi batata: o valor oferecido pelas casas de câmbio de lá eram ridiculamente inferiores aos da capital. Claro: uma vez no fim do mundo, o que você faz? Tenta encontrar uma cotação melhor da Antártica? <span id="more-528"></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a title="real peso argentino dólar argentina buenos aires trocar dinheiro casa de câmbio" href="../fevereiro-2010-levar-real-x-peso-x-dolar-para-a-argentina/" target="_self">Fevereiro de 2010: levar real x peso x dólar para a Argentina?</a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a title="Colabore com o Cartas Argentinas" href="http://cartasargentinas.com/doe-10-reais-ou-mais/" target="_self">Pense na utilidade dessas informações para você e considere fazer uma pequena doação ao site. Obrigada!</a></strong></p>
<p>Ainda bem que segui conselhos amigos e troquei dólares por pesos antes de decolar. Sim, na época viajei com dólares. Na minha segunda viagem à Argentina, tinha planejado mochilar de dezembro de 2001 a fevereiro de 2002 e a economia do país ainda estava totalmente dolarizada.</p>
<p>Em abril de 2008, estive em Córdoba e não foi diferente. Nesse caso, eu tinha que comprar reais, pois de lá iria ao Rio de Janeiro. Em Córdoba capital, a casa de câmbio que recomendo é a <a href="http://www.maguitur.net/casa_de_cambio.html" target="_blank">Maguitur</a> (o site não apresenta cotações). Aliás, às vezes os valores que eles praticam coincidem com os da Puente y Hermanos, e com isso não preciso dizer mais nada (para quem leu <a title="cada de câmbio em Buenos Aires Argentina" href="http://cartasargentinas.com/onde-consigo-uma-boa-relacao-cambiaria-na-argentina/" target="_self">recomedações anteriores</a> aqui no site). A Maguitur tem cinco endereços no país:</p>
<p>Buenos Aires 1: Sarmiento 464, Centro (quase do lado da Puente y Hermanos)</p>
<p>Buenos Aires 2: Callao 1797, Recoleta</p>
<p>Córdoba: 25 de mayo 122, Centro</p>
<p>Mendoza: San Martín 1203</p>
<p>Tucumán: San Martín 765</p>
<p>Se você tem sugestões adicionais pelo interior e mesmo em Buenos Aires, envie seu comentário.</p>
<p>É isso. Qualquer dúvida, é só chamar!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="50 pesos argentinos" src="http://farm2.static.flickr.com/1383/1437591273_1f891948a7.jpg" alt="" width="480" height="198" /><a href="http://www.flickr.com/photos/iguazuinfo/1437591273" target="_blank">Crédito da foto</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>POSTS MAIS RECENTES SOBRE DINHEIRO/CÂMBIO EM BUENOS AIRES</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a title="Onde é melhor trocar dinheiro em Buenos Aires Argentina Casa de câmbio Real Dólar Peso Argentino Banco de la Nación Argentina Aeroporto de Ezeiza" href="http://cartasargentinas.com/banco-de-la-nacion-argentina-em-ezeiza/" target="_self"><strong>Banco de la Nación Argentina em Ezeiza</strong></a></p>
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		<title>Rally Dakar 2009 com mortes para fomentar o turismo no interior</title>
		<link>http://www.cartasargentinas.com/rally-dakar-2009-com-mortes-para-fomentar-o-turismo/</link>
		<comments>http://www.cartasargentinas.com/rally-dakar-2009-com-mortes-para-fomentar-o-turismo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 07:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Interior da Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Rally Dakar 2009]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Crédito da foto O título é um disparate, mas uma frase parecida a esta foi proferida semana passada na Argentina profunda. É que numa das diversas apresentações feitas à imprensa para a promoção do Rally Dacar 2009 (a ser realizado na Argentina e no Chile em janeiro próximo), Oscar Folmer, coordenador regional do evento para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Mapa de estradas, La Pampa" src="http://farm3.static.flickr.com/2360/1989865437_3878735bbd.jpg?v=0" alt="" width="500" height="414" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><a href="http://flickr.com/photos/thejourney1972/1989865437/" target="_blank">Crédito da foto</a></h5>
<p>O título é um disparate, mas uma frase parecida a esta foi proferida semana passada na Argentina profunda.</p>
<p>É que numa das diversas apresentações feitas à imprensa para a promoção do Rally Dacar 2009 (a ser realizado na Argentina e no Chile em janeiro próximo), Oscar Folmer, coordenador regional do evento para a província (estado) de La Pampa soltou essa pérola: &#8220;Em média, morrem três pessoas por competição do Rally Dakar. Não quero ser mórbido, mas quem dera alguns acidentes fatais ocorressem aqui, assim La Pampa ficaria mais conhecida no mundo&#8221;. [Com arquivo de  áudio!]<span id="more-234"></span></p>
<p>Isso mesmo. Um coordenador regional do rally pretende fomentar o turismo no interior da Argentina com duas preciosas ferramentas em mãos: acidentes e, se tiver sorte, mortes.</p>
<p>A nota saiu numa coluna do Diario de la Pampa e foi fazendo, pouco a pouco, eco nos meios nacionais. Meu caminho até ela, por exemplo, começa no jornal Perfil (nacional), passa pelo La Voz del Interior (Córdoba), chegando a matérias do Diario de La Pampa para só então clicar na coluna <em>El Gallito Canta</em>.</p>
<h3>PALABRAS MÁS, PALABRAS MENOS, UMA TRAPALHADA</h3>
<p><img class="aligncenter" title="La Pampa" src="http://farm4.static.flickr.com/3113/2340377134_d0bd783e1a.jpg?v=0" alt="" width="500" height="195" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><a href="http://flickr.com/photos/bossanostra/2340377134/" target="_blank">Crédito da foto</a></h5>
<p>Essas coisas são como a brincadeira do telefone sem fio. A coluna <em>El Gallito Canta</em> informa que, enquanto apresentava o percurso do Rally Dakar 2009 com um arquivo em PowerPoint, Folmer apontou alguns trechos como &#8220;lugares de ação&#8221;, onde muitos caminhões podem tombar. Citou a média de mortos e engrenou: &#8220;Quem dera algum deles (dos acidentes fatais) ocorra aqui em La Pampa&#8221;.</p>
<p>Isso foi no útimo dia 23 de outubro, a coluna saiu no dia seguinte e a reprodução da frase em outros meios, palavras mais, palavras menos, fez barulho suficiente para que o homem saísse a se justificar, cinco dias mais tarde, dizendo que sua declaração foi &#8220;tirada de contexto&#8221;. Folmer enviou ao Diario de La Pampa uma &#8220;carta aberta à opinião pública&#8221;, na qual afirma que &#8220;a interpretação que foi feita (de suas palavras) não reflete a intencionalidade e além do mais, eu diria, foram ditas quase numa roda de amigos&#8221;. É o nome que ele dá a um ato promocional de um evento internacional organizado pela Subsecretaria de Turismo da província, dirigido a jornalistas. Aproveitou para lamentar ter causado danos ao governo de La Pampa e à organização do Rally Dakar.</p>
<p><object classid="clsid:02bf25d5-8c17-4b23-bc80-d3488abddc6b" width="480" height="20" codebase="http://www.apple.com/qtactivex/qtplugin.cab#version=6,0,2,0"><param name="autoplay" value="false" /><param name="src" value="http://ia311243.us.archive.org/3/items/folmer/folmer28102008.mp3" /><embed type="video/quicktime" width="480" height="20" src="http://ia311243.us.archive.org/3/items/folmer/folmer28102008.mp3" autoplay="false"></embed></object></p>
<p>Aqui, o áudio do programa Turismo Carretera (AM 570) que entrevistou Folmer sobre o episódio. Desnecessário é dizer que as desculpas não recorreram nem meia Argentina.</p>
<h3>LA PAMPA E O RALLY DAKAR 2009 NA AMÉRICA DO SUL</h3>
<p><a href="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2008/10/turismo-la-pampa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-240" title="Subsecretaria de Turismo de La Pampa" src="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2008/10/turismo-la-pampa.jpg" alt="" width="500" height="167" /></a></p>
<h5 style="text-align: center;">&#8220;La Pampa convida a viver&#8221;    <a href="http://www.turismolapampa.gov.ar/" target="_blank">Crédito da foto</a></h5>
<p>Pela primeira vez em sua história, o Rally Paris-Dakar será realizado fora de seu trajeto euro-africano. Por ameaças de atentados, este ano foi cancelado e talvez os organizadores tenham visto nesta parte do mundo não apenas uma região mais tranqüila como também vantagens cambiárias que justificassem seu traslado ao continente sul-americano em janeiro do ano que vem.</p>
<p>Argentina e Chile vêem no evento uma excelente chance de promover o turismo no interior e na Patagônia. Para províncias como La Pampa, é uma oportunidade única, e já explico por quê.</p>
<p>Aproximadamente, La Pampa equivale em área ao estado do Amapá ou metade do Rio Grande do Sul. Segundo projeções do INDEC (o IBGE argentino) para 2008, vivem na província pouco mais de 330 mil pessoas. Trocando em miúdos, é um deserto verde, e esse verde em grande parte corresponde a plantações de soja (a província já teve trigo, milho e girassol como principais cultivos). Outro pilar de sua economia é a pecuária. Em 2001, a capital, Santa Rosa, tinha mais ou menos 100 mil habitantes.</p>
<p>Estive aí em  abril passado e no guichê da rodoviária de Córdoba, quando perguntava por horários e preços para chegar a Santa Rosa, me olhavam com cara de: &#8220;Que diabos você vai fazer aí?&#8221; A rigor, <strong>ninguém</strong> vai a La Pampa, a não ser que realmente precise de uma parada entre um ponto e outro numa viagem. (No caso, eu estava fugindo das cinzas de um vulcão e fumaça de queima de pasto, que tornavam perigosa demais a volta a Buenos Aires por um caminho, digamos, mais convencional.)</p>
<p>Quando o assunto é turismo, as duas grandes atrações &#8211; de difícil acesso, mesmo partido de Santa Rosa) são o Parque Nacional Lihué Calel e o Parque Luro, considerado reserva natural e nada menos que Monumento Histórico Provincial. Oscar Folmer já foi coordenador geral dessa reserva, além de diretor de indústria do ministério (secretaria) de Produção de La Pampa.</p>
<p>Esta que lhes escreve teve a curiosidade de buscar o site da subsecretaria de Turismo (que pelo visto, também depende do ministério de Produção) e não pôde se conter diante da ironia do <em>slogan</em> de promoção da província: &#8220;La Pampa convida a viver&#8221;.</p>
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