Cartas Argentinas

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Planejando viajar à Argentina?

October 8th, 2008 · 16 Comments · Argentina, Turismo

Muita gente tem chegado a meus últimos posts buscando saber a quantas anda o real por estas pampas, os efeitos da crise financeira mundial na economia argentina, no turismo… Na mosca: estão planejando viajar, não é mesmo?

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Portanto, gostaria de saber se diante de uma desvalorização do real frente ao dólar ainda não acompanhada pelo peso, os leitores que pensam vir à Argentina mantêm seus planos de viagem.

Até que ponto isso pode influenciar sua decisão?

E você que já se decidiu, quando vem à Argentina? O que tem ouvido a respeito dos preços praticados por aqui? O que mais os atrai? Quais os principais comentários de amigos ou parentes que visitaram o país há pouco tempo?

Aliás, se você visitou a Argentina recentemente ou mora aqui, é mais que bem-vindo a comentar também. Sua opinião e os dados que possa aportar interessam a todos e podem ser muito esclarecedores. Preencham os dados dos comentários direitinho, assim é mais fácil mantermos o contato e criar uma comunidade legal!

Obrigada, e aguardo vocês!

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16 Comments so far ↓

  • Jaki

    Estou com viagem planejada pra Buenos Aires dia 26 de dezembro pra ficar 10 dias. Já comprei as passagens só não decidi sobre a hospedagem. to com mtt medo de onde esse aumento do dólar pode chegar!!!!!!
    Meu plano é levar real e trocar por peso, até o fim do ano é bem provável q o peso esteja valendo o msm q o real ou ateh mais neh! Ainda não pensei em desistir, to eh meio perdida sem saber o q vai acontecer, cada dia é uma surpresa!!

  • cartasargentinas

    Errata: Quando respondi a esse comentário (dia 8/10/08), disse que era possível fazer saques de maior valor na agência do Banco do Brasil em Buenos Aires por uma taxa pequena. Isso NÃO é mais possível. Também disse que PESSOALMENTE achava bobagem comprar dólares no Brasil e vender aqui depois, recomendando que trouxessem reais mesmo. Mas as coisas vêm mudando muito rápido. Por isso corrigi aqui a informação e escrevi um novo post a respeito: Banco do Brasil em Buenos Aires. Obrigada!

    Jaki, acho que sua decisão é acertada. Dezembro está logo ali na esquina, mas com esse vendaval de acontecimentos, é impossível prever a próxima semana. Pretendo manter todos os interessados informados, atualizando o blog a respeito disso.

    Verifique também com seu banco o valor dos saques internacionais e se você tem um cartão que te autoriza retiradas na Argentina. Importante: já faz um tempo que aqui estabeleceram um máximo de 300 pesos por saque de estrangeiro. Então, se você precisa retirar 900 pesos tem que fazer três saques de 300. Se sua taxa de retirada internacional for de 4 dólares, por exemplo, será um gasto de 12 dólares.

    Dependendo do que você pretende fazer/comprar na Argentina, uma boa pedida seria trazer uns reais, usar o cartão de crédito, verificar com seu banco se pode fazer retiradas ou usar o débito aqui e limitar ao máximo o número de saques de menor valor, para pagar menos taxa (que é sempre em dólar).

    Agora, o câmbio é uma coisa… os preços, outra. O grande problema da Argentina é a inflação. Portanto, não dá pra dizer se as coisas estarão mais caras que no Brasil só com base no câmbio. Garanto a você que há coisas hoje em dia mais caras em Buenos Aires que em Londres, só por conta da inflação. Não é exagero, te digo em primeira pessoa. O negócio é buscar, pechinchar, tudo isso que já sabemos!

    Obrigada pela sua visita, pela leitura e o comentário. Volte sempre!

  • Tatyana

    Hum, isso me interessa tb! hehe.
    Não que eu pretenda viajar pra Argentina agora, mas ah, a gente nunca sabe onde pode estar em 3, 6 ou 9 meses, né? ;) (eu acredito piamente nisso!)
    Bom, o que eu ouvi em junho, de um argentino, é que o Brasil era uma opção cara de turismo para os hermanos, pelo fato do peso valer menos que o real. Agora, com essa doideira toda na economia, se o peso vai se igualar ao real, eu não sei…
    Ah, uma coisa que ele tinha comentado tb nessa época, é q se um dia eu voltasse a visitar BsAs (minha mãe jura que passamos por lá em 1991, hahaha!), deixasse pra trocar meu $ por lá mesmo, que as taxas seriam menores do que se eu trocasse antes, no Brasil. :) Isso confere, certo?

    Visitarei mais vezes, viu?
    Abraços da futura companheira de profissão!

  • Fransergio

    Ludmila,

    Boa noite! Adorei o blog. Bem informativo e bem sincero também. Está de parabéns !
    Gostaria de saber sua opinião: estou querendo conhecer a Argentina no período de Natal e Ano Novo (ficar um pouco em Buenos Aires e também em Carlos Paz e Córdoba). Um pouco em cada para conhecer.
    Com essa crise do dólar, confesso que tenho adiado comprar a passagem área, sem falar nos hotéis. Será que está compensando tanto ir para lá por causa da loucura desse dólar?
    Pelo que li você falou da inflação. Ainda que eu procure opções bem econômicas, não sei se vale a pena pagar para ver. Dólar, peso, seja o que for….me deixa inseguro. Seja com a moeda local ou cartão de crédito. Resumindo: será que consigo um bom custo benefício (incluindo um passeio assim mais cultura, refeições e uma balada)?
    Sua opinião será bem considerada.
    Novamente, parabéns pela iniciativa do site.
    Beijos
    Fran

  • cartasargentinas

    Tatyana e Fransergio, obrigada pelos comentários! Só me fazem querer investir mais tempo no site. Vou responder aos dois em separado.

    Fransergio: na hora de comprar passagem não tem muita saída. No Brasil, sejamos francos: o dólar não vai e nem pode voltar a 1,50. Então, você tem que olhar todo dia a cotação nos jornais e onde for comprar a passagem (seja agência física ou online). No dia que o dólar der uma baixadona, compre correndo (pasagem, dólares, faça reservas no hotel…). Pode ser que no dia seguinte ao da sua compra baixe um pouquinho mais? Sempre pode. Mas o que você não pode é ficar esperando e o dólar subir mais ainda e você pensar: “Por que não comprei quando estava 2,31…? Agora baixou de 2,50 para 2,40 e eu gasto 5 centavos a mais por cada dólar…” Coisas assim. Fique de antena ligada e não desista da sua viagem para a Argentina no fim de ano.

    Inflação: A Argentina não fez a “lição de casa” e a inflação vem subindo aqui não é de hoje. Também já faz um tempinho (menor, tipo dois meses) que a subida da inflação se desacelerou. A recessão aqui se sente antes do resto do mundo. Parece que chega antes até mesmo da notícia, como uma profecia autocumprida: repetindo algo à exaustão e somando isso à psique argentina, o desastre é garantido. Em vez de recessão, ainda prefiro usar o termo “desaceleração da atividade econômica”, que é diferente, mas que leva à recessão.

    Só pra ser um pouquinho mais “técnica”: quando não se tomam as medidas corretas num cenário de inflação interna e cenário internacional desfavorável (os produtos que a Argentina exporta já vinham perdendo preço no exterior), o que já se dizia por aqui era que a inflação terminaria “baixando” por força maior: diminuição da atividade econômica e, por conseguinte, da escalada de preços. E olha que isso já era previsto ANTES dessa última eclosão da crise internacional – falo assim porque ninguém ainda sabe se haverá outras eclosões…

    Enfim, compliquei muito? Desenrolando: no meu dia-a-dia, senti que os preços deram uma parada. No setor de turismo, toda temporada aqui os preços têm que se atualizar (pela inflação etc.). Mesmo assim, ouve-se que há empresários reticentes em subir preços e afugentar ainda mais turistas. A Argentina tinha tudo para ter a melhor temporada dos últimos anos, e problemas externos (mais ainda que os internos) podem fazer tudo cair por terra. Esperamos que sejam sensatos e não tentem só ganhar tudo o que podem enquanto podem. Oremos!

    Talvez para as outras coisas todas que não sejam passagens aéreas e hotéis, você ainda ache tudo um pouco mais barato no Brasil (o que também depende de onde você seja e o que quer fazer por aqui). No geral, claaaaaro que dá pra ir pra balada, claro que dá pra curtir coisas culturais, acredito que seguirá havendo atividades culturais gratuitas como em outros verões… No seu caso, o que estou averiguando aqui é que os hotéis vão te passar sempre o preço em dólar e se o dólar sobe, esse preço vai subir automaticamente. É algo do setor de turismo (cotar em dólar) mas mais ainda da cabeça dolarizada do argentino. Quanto a esse último fator, não tem jeito.

    Se você leu todos os meus posts a respeito, vai ver que eles precisam manter o peso desvalorizado em relação ao real por questões da economia em geral. Então, pensemos assim: aí no Brasil, você tem que pensar em dólar para comprar sua passagem e pensar no hotel. Aqui, não me passa pela cabeça que o peso valha mais que o real, então para as coisas diárias seu real VAI valer mais.

    Pelas contas que fiz no post Real x peso x dólar na Argentina: o que é melhor?, é melhor trazer dólar no momento, trocar aqui e receber mais pesos por dólar que se você trouxesse reais. Mesmo assim, se você depois pensar em reais, vai ver que aqui estará gastando menos.

    Eu adoro Córdoba. Fui a Villa Carlos Paz também, mas confesso que nem vi direito – a impresão que eu tenho é que o lugar lindo é o dos ricos e famosos e o resto da cidade é meio sem graça. Já vi muito pela TV e chegando lá, não é de cara que você vê estes lugares. De todas formas, como disse, não vi muito, porque estava indo a outro lugar, uma espécie de retiro budista. :) Se você estiver na cidade, vai ver que as serras ao redor são bonitas. Não sei se você vai pra lá porque gosta de aventuras: se for, Córdoba tem muitas opções de turismo de aventura e ecológico. Carlos Paz deve ser o centro de saída de muitas excursões a parques etc. Não tive tempo de ir, mas há um lugar, uma cadeia de montanhas chamada “Los Gigantes”. É massivo, quase três mil metros, e vendo de longe já era imponente. Como essa, há diversas outras opções. Não duvido nada nada de que valha muito a pena.

    Espero seu feedback, diga-me se ajudei, se faltou algo… A Argentina é complicada mesmo, ainda mais tentando explicar que aqui o dólar vale uma coisa por uma lógica e no Brasil outra por outra lógica. Vou tentar fazer com que os comentários apareçam na primeira página. Enfim, mantenha o contato!

  • cartasargentinas

    Taty, futura companheira de profissão! De onde você é?

    Sim, o que você ouviu do argentino é verdade, o Brasil ficou caro para eles. Mesmo assim, os aviões da Gol vão lotados praí – e voltam igualmente lotados de brasileiros.

    É que é imperioso mesmo viajar, descansar, e curtir uma praia mais quentinha que aqui… é o “custo-benefício”. Então quem pode vai mesmo, faz um pé-de-meia, vai de ônibus… Enfim, quem quer viajar, viaja! Não tem um monte de brasileiro viajando pra Europa sendo que o euro vale mais também? O que ele deve ter se esquecido de te falar é que coisas como passagem de ônibus, metrô etc. aqui são subsidiadas (apesar de serem empresas privadas, o governo põe MUITO dinheiro nelas; não deveria ser assim, isso é dinheiro público que acaba fazendo falta onde precisa). Isso gera uma grande distorção na economia e na hora que o argentino desce no Brasil, ter que pagar carca de 4 pesos ou mais para transporte numa cidade não entra na cabeça dele, ainda que seja o preço que deveria ser cobrado aqui. Hoje, se o trem aqui vale 1 peso, por exemplo, na prática custa uns 4 pesos, 3 dos quais são bancados pelo governo com dinheiro público. Seria uma maravilha se as empresas fosem públicas. Mas são privadas (concessionárias de serviços que foram privatizados nos anos 90). Imagine que o governo distribui esse dinheiro aos concessionários de serviços ferroviários segundo seu grau de “amizade”, digamos. Os subsídios têm que ser reduzidos à força (reduzir o gasto público, ainda mais com algo privado!), principalmente agora que as fontes de entradas de divisas no país se escasseiam (crédito internacional a Argentina não tem faz tempo), e não há outra maneira que não seja aumentando a parte que paga o usuário. Fale em aumento de preços com um argentino e veja-o pirar, de camarote. Ou seja: o governo está, mais uma vez e por culpa própria, num beco sem saída. Às vezes, a saída é pra cima (de helicóptero…).

    De todas formas, o que o caso acima ilustra é que há maneiras e maneiras de entender o Brasil como “mais caro”: uma, pelo câmbio (e sempre será mais caro pensando assim); outra, por essas distorções (porque aqui uma coisa parece barata por ser subsidiada). Houve casos de eu achar que a itens de comida eram mais baratos no supermercado da última vez que fui ao Brasil que aqui – outra variável, inflação.

    Se o peso vai se igualar ao real, não sabemos, mas no contexto atual, se isso acontecer vai ser um problemão para a Argentina, que tem que exportar e muito ao Brasil (se anda lendo meus posts a respeito, você entende). Pode até acontecer, mas duvido muito. E tem mais também: Holanda e Alemanha usam a mesma moeda, mas as coisas na Holanda são muito mais caras que na Alemanha. Isso não depende de moeda única.

    Se leu o post que recomendei ao Fransergio, verá que no momento vale mesmo trazer dólares e trocar aqui, como seu conhecido argentino havia dito. Nada é seguro, tudo pode mudar!? Ó vida, é verdade. Tem que acompanhar todo dia essa evolução.

    Seja bem-vinda sempre! Indique aos amigos :)

  • Fransergio

    Lud,

    Muuuuuuiiitoooo 10 seus comentários !! Melhor só tendo você como guia em tempo integral.
    Parabéns novamente pelo trabalho desenvolvido !!!
    Muito obrigado pela ajuda.
    Beijo
    Fran

  • maristela

    Olá querida,

    Estive lendo seu post e estou indo com meu namorado para Buenos Aires no dia 16.
    Gostaria de dicas de estadia boa e barata.
    Abraços

  • Janaina Almeida de castro

    Bom Dia
    Estarei viajando num passeio de Navio No mês de Fevereiro de 2008 para argentina,
    São 8 dias de viagem a turnee.
    Quanto de vo levar em Dinheiro
    Levo Real, Peso ou Dolar
    Obrigado Aguardo resposta

  • cartasargentinas

    Oi Janaína, tudo bem?
    Não faço planejamento para as pessoas, porque é impossível saber o que cada um quer gastar. São 8 dias no navio ou na Argentina? Se você vai ficar 8 dias num navio, não se gasta nada, o preço do seu cruzeiro inclui tudo. Você só leva para algum extra. Na Argentina, só depende dos seus hábitos de consumo, se vai atracar aqui por um dia ou se aqui é o fim da viagem e vai ficar por uns dias, pagar hotel etc.

    Reserve algum tempo para ler alguns textos do site relacionados a isso, inclusive com links de ferramentas de conversão de moedas, para saber a cotização do peso, do real e do dólar no dia. Aliás, a moeda a trazer depende se você vai ter tempo para trocar aqui. Se tiver, vale a pena trocar aqui mesmo e é o que recomendo, além de ter indicado o câmbio de melhor cotização em Buenos Aires. Se for ao interior, tem uma dica aqui.

    Se fizer as contas direitinho, vai ver que hoje em dia está valendo mais trazer reais se tiver tempo de trocar na Argentina (porque o dólar voltou a subir no Brasil e em poucos dias passou a valer mais a pena trazer reais). O câmbio muda todo dia. Impossível prevê-lo para quando você vem. Há tendências, mas mesmo assim são só tendências… E os cálculos só você poderá fazer sob medida!

    Leia também os comentários de pessoas em alguns textos. Por exemplo: recentemente um leitor me perguntou justamente sobre a segurança de se tomar táxis no porto de cruzeiros e respondi longamente.

    Desculpe se não é a resposta que você esperava receber, mas é a verdade. Novamente, leia o links relacionados ao tema, comentários e links externos para ficar por dentro do que acontece com a cotização de moedas.

    Obrigada por ler o site, volte sempre e boa viagem.

  • Livia

    Olá Amiga!
    Estou pensando em ir para Argentina em janeiro, mas ouvi de um amigo Argentino que é o pior mês para ir a Buenos Aires, já que todos vão para a costa e a cidade fica vazia , além do calor que é insuportável. O que você acha? Será que em feverero e março seria melhor? A cidade está mais agitada?
    Muito obrigada por este site existir!!!!!!
    Abraços.

  • cartasargentinas

    Oi, Livia. Então, vamos por partes. O calor é sufocante mesmo, mas não é só em janeiro não! Que tal dar uma olhada nisso: La Argentina vive el mes de calor más sofocante de los últimos 53 años. Estamos literalmente assando essa semana TODA!

    Buenos Aires é uma cidade com muita humidade, o que faz dos invernos congelantes e dos verões um verdadeiro forno. Com as mudanças que vêm acontecendo no clima, os invernos estão menos frios e os verões muito piores. Some o calor à humidade e você tem um baita mormaço, com vento quente e ar abafado. A solução é sapato leve e confortável, roupa idem e muita água na moleira. Não desanime: se os europeus e americanos agüentam, por que você não agüentaria? :) Sou de um clima de montanha, esse calorão faz a pressão cair um pouco, mas… enfim. A recompensa? As noites são adoráveis!

    Cidade vazia: seu amigo é argentino, fala de um ponto de vista argentino, claro. Ele não vem à Argentina com a mesma curiosidade e os mesmos interesses de um turista. Ele nasceu aqui. E como argentino, é provável que ele vá para a costa também – ou outro destino, se viaja no verão; se fica em Buenos Aires, é provável que se lamente por não poder ver algumas bandas e espetáculos que acompanham seu público e também se mudam para a costa no verão. As bandas snao de rock argentino desconhecidas no Brasil em sua maioria; espetáculos… de teatro (ou teatro de revista, te garanto que você não quer ver isso!) que começam a temporada do ano no verão em cidades que se tornaram pontos estratégicos de turismo interno. O êxito de tais espetáculos nessas “cidades-teste” acaba definindo se continuarão em cartaz ou não em Buenos Aires no resto do ano. E acaba aí.

    Agora bem: Buenos Aires recebe MUITOS turistas em janeiro, fevereiro, em março e abril menos. Brasileiros são o grupo mais numeroso o ano todo. O calor, ninguém garante que vá mudar muito nesses dois últimos meses. E com a afluência de turistas na capital, sempre tem coisa pra fazer. Vai ter balada, e vai ser mais tranqüila; vai ter show, restaurante, bar, tango, museu, feira de San Telmo, Obelisco, Delta do Tigre, Caminito, La Boca, Casa de Maio, Congreso de la Nación, Recoleta, Palermo e seus bosques… nada disso viaja de férias!

    Particularmente, adoro a cidade mais vazia, chega-se rápido a todos lados, em março e abril volta todo mundo e o “infierno reloaded” ganha uma nova versão. Além do mais, sempre cheguei na Argentina no verão, desde a primeira vez, então gosto até do cheiro da cidade nessa época!

    Venha sim! Quem sabe até faz uma visita guiada comigo, ué! :) Beijo, obrigada pela visita e volte sempre!

  • Jaki

    Lud!
    Vc tem sugestão de onde comemorar o Ano Novo em Palermo ou em algum outro Bairro?
    Bjo!
    =*

  • cartasargentinas

    Um leitor me fez uma pergunta sobre fim de ano e eu respondi aqui.

  • Iuri

    Olá…parabéns pela dedicação,pelo trabalho e pelas informações valiosas, dadas aos que estão prestes a conhecer os segredos de Buenos!
    Vou trocar o carnaval de Salvador, por uma visita ao hermanos, então farei algumas perguntas clássicas:
    Considerando o cenário atual, devo levar dólares ou real?
    Com quanto por dia come-se bem, considerando-se um casal?
    Taxistas malandros….lenda ou verdade?
    De antemão obrigado!Se quiser dicas sobre o carnaval de Salvador, só é perguntar….rs…rs…

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