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	<title>Cartas Argentinas &#187; Brasil</title>
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	<description>Tudo o que acontece na Argentina, em bom português</description>
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		<title>Carnaval brasileiro em Buenos Aires</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 23:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É isso aí, minha brava gente brasileira, que pensava que tava fugindo do Carná vindo pra Argentina! A festança é chique, bem, com apoio da Embajada de Brasil y todo! Pense na utilidade dessas informações para você e considere fazer uma pequena doação ao site. Obrigada! Eu não queria desanimar ninguém, mas não posso mentir&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 434px"><img title="Carnavalciño em Buenos Aires" src="http://www.brasil.org.ar/assets/archivos/_resampled/ResizedImage424600-IMAGEN-OFICIAL-Carnaval-Brasileiro-en-Buenos-Aires.jpg" alt="" width="424" height="600" /><p class="wp-caption-text">Tava fugindo do Carnaval, bébé? Nã na ni na nã!</p></div>
<p>É isso aí, minha brava gente brasileira, que pensava que tava fugindo do Carná vindo pra Argentina!</p>
<p>A festança é chique, bem, com apoio da Embajada de Brasil y todo!<span id="more-1460"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a title="Colabore com o Cartas Argentinas" href="http://cartasargentinas.com/doe-10-reais-ou-mais/" target="_self"><strong>Pense na utilidade dessas informações para você e considere fazer uma pequena doação ao site. Obrigada!</strong></a></p>
<p>Eu não queria desanimar ninguém, mas não posso mentir&#8230; Entrando na página do evento, o internauta é redirecionado à página da produtora (que foi muito inteligente, diga-se de passagem! Acho mais que legal o Brasil estar na moda por aí afora!) Só que a música que carrega com a página é de <strong>matar</strong> e de repente eu não conseguia ver aqui nas minhas milhares de telas abertas onde se escondia a dita cuja&#8230; e a solução foi baixar o volume do computador =)</p>
<p>Mas ó: tá bem de acordo com o axé milenar que os argentinos AINDA escutam e fazem questão de que seja todo um momento especial nas festas de aniversário, casamento, 15 anos, bodas de prata, de outro, de diamante, Bar Mitzvá, Bat Mitzvá (juro! fui num Bat aqui que me brindou essa emoção lá pelas três da manhã, com dançarinos, coreografia y todo!)&#8230;</p>
<p>Ah, vai&#8230; vai ser legal! =) E eu acho que os artistas estão certíssimos (sério!): é trabalho, é a arte deles, é nosso país. Tô com eles e não abro (sério!).</p>
<p>Agora, se quiser fugir HOJE, pode ir no Niceto e ficar por lá direto: a noite começa com algo curiosamente chamado de <a href="http://www.nicetoclub.com/evento?id=1074&amp;fecha=viernes_12_de_febrero&amp;evento=noche_de_musica_y_mantra_para_las_masas" target="_blank">Música y Mantra para las Masas</a>, seguida pelos góticos pop do <a href="http://www.nicetoclub.com/evento?id=1092&amp;fecha=viernes_12_de_febrero&amp;evento=adicta_en_invasion" target="_blank">Adicta</a> (um deles era meu amigo de MSN, pasmem!) e termina com <a href="http://www.nicetoclub.com/evento?id=1094&amp;fecha=viernes_12_de_febrero&amp;evento=radio_royale_(lado_b)" target="_blank">Radio Royale (Lado B)</a>.</p>
<p>Tô falando? Vá e fique por lá, zifí! =)</p>
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		<title>Brasileiros invadem Buenos Aires</title>
		<link>http://www.cartasargentinas.com/brasileiros-invadem-buenos-aires/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 19:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Crédito da foto Parece que os brasileiros estão salvando a economia da Argentina, pelo menos quanto aos números do turismo. Em Buenos Aires, principal porta de entrada do país, se escuta português há cada dois passos, e não é de hoje. A tendência só aumenta, apesar de uma baixa durante o surto de gripe suína [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<div style="text-align: auto;">
<div style="text-align: auto;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><img title="Brasileiros em Buenos Aires" src="http://farm3.static.flickr.com/2179/2250012926_8680deb54b.jpg" alt="" width="375" height="500" /><p class="wp-caption-text">Não conta lá em casa!</p></div>
</div>
</div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/katjaaquino/2250012926" target="_blank">Crédito da foto<br />
</a></p>
<p>Parece que os brasileiros estão salvando a economia da Argentina, pelo menos quanto aos números do turismo. Em Buenos Aires, principal porta de entrada do país, se escuta português há cada dois passos, e não é de hoje. A tendência só aumenta, apesar de uma baixa durante o surto de gripe suína (julho/2009).</p>
<p><span id="more-1331"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a title="Colabore com o Cartas Argentinas" href="http://cartasargentinas.com/doe-10-reais-ou-mais/" target="_self"><strong>Pense na utilidade dessas informações para você e considere fazer uma pequena doação ao site. Obrigada!</strong></a></p>
<p style="text-align: left;">A notícia está escancarada em blogs, portais de notícias e jornais. Mas, sejamos francos, nem precisava: basta colocar o pé na rua. Lembram-se que em outubro/2008, aqui mesmo no <strong>Cartas Argentinas</strong> já traçávamos a importância do glorioso <a title="Cartas Argentinas Turismo brasileiro na Argentina" href="http://cartasargentinas.com/turismo-brasileiro-na-argentina-acertei-em-cheio-2/" target="_self">turismo brasileiro na Argentina</a>?</p>
<p style="text-align: left;">Há poucos dias, no final de janeiro/2010, o site Mensajero Web (especializado em informação turística) divulgou números do Ente de Turismo da capital portenha (é como a secretaria de turismo da cidade). Os números davam conta de que, em dezembro de 2009, houve mais 34,4% de brasileiros na cidade que no mesmo período de 2008.</p>
<blockquote><p>29-01-2010 04.53</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Los brasileños volvieron a la ciudad</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>En el Ente de Turismo porteño dicen que la recuperación del mercado brasileño para la Ciudad es el hecho más significativo de esta temporada de verano.</p>
<p>Según cifras de la Dirección Nacional de Migraciones, en diciembre llegaron 59.377 brasileños, un 34,4% más de los 44.179 que vinieron en igual mes de 2008. En noviembre, según la Encuesta de Turismo Internacional, sólo por Ezeiza entraron 48.277. Y en todo 2009 llegaron 469.765, representando el 66,8% del total de viajeros de países limítrofes. El ministro de Cultura y titular del Ente, Hernán Lombardi, señala: &#8220;En plena crisis de 2009, las acciones promocionales en el exterior fueron redireccionadas en un 70% al mercado de Brasil, previendo que sería el de recuperación más rápida y sostenida&#8221;.</p></blockquote>
<blockquote><p>Según el Ente, los brasileños se quedan un promedio de 5 noches y gastan unos US$ 156 diarios. El área que más visitan es el centro, incluyendo la calle Florida. Y sus actividades favoritas son la gastronomía y las compras. Rodeada de artesanías tangueras y gauchescas, la encargada de un local de souvenirs de Florida al 500 cuenta: &#8220;Antes los brasileños compraban más, ahora cuidan el centavo. Igual son los que más gastan. Se llevan imanes y remeras. Antes de preguntar el precio, ya te piden descuento&#8221;.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://www.mensajeroweb.com.ar/index.php?x=nota/45281/1/los-brasilenos-volvieron-a-la-ciudad">MensajeroWeb</a></p>
<p>Antes, um comentário: brasileiro pedir desconto não tem NADA a ver com não ter dinheiro. Os argentinos têm uma dificuldade enorme de entender isso e até chegam a maltratar as pessoas por isso. Não entendem a beleza de negociar. Agora: que a inflação argentina já comeu E MUITO as vantagens de se viajar pra terra do Maradona, ah, isso já comeu sim! Dá um desconto aí, vai?</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Brasileiros em Buenos Aires" src="http://farm4.static.flickr.com/3106/3236884214_d2ba799361.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">A típica foto depois das compritchas!</p></div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/dooutrolado/3236884214" target="_blank">Crédito da foto</a></p>
<p>Voltando: há dois dias, a Folha de São Paulo publicou texto da agência EFE com os números de janeiro/2010: nada menos que 50% mais brasileiros que no mesmo período de 2008. A nota faz referência a matéria publicada no Crítica de La Argentina. No texto, a <em>conserje</em> (zeladora, porteira, ou melhor, administradora no caso) de um hostel no centro de Buenos Aires afirma que, nos últimos três meses (repito: TRÊS meses!), turistas brasileiros responderam por 90% da ocupação. (Aqui, um aparte: o leitor verá que não tem jeito, os argentinos continuam a falar gramaticalmente errado em português quando querem dizer &#8220;o maior do mundo&#8221; &#8211; traduzem literalmente da gramática do espanhol &#8211; <em>más grande</em> &#8211; e aí a bizarrice portunholesca corre solta: &#8220;O mais grande do mundo&#8221;. Mas no jornal, gente!?)</p>
<blockquote><p>07/02/2010 &#8211; 14h10<br />
<strong>Visita de brasileiros a Buenos Aires cresce 50% em janeiro<br />
</strong><br />
da Efe, em Buenos Aires<br />
A chegada de turistas brasileiros a Buenos Aires aumentou 50% em janeiro passado em relação ao mesmo mês de 2009, segundo os responsáveis pelo controle de passageiros do principal aeroporto da capital argentina.</p></blockquote>
<blockquote><p>Também foi verificado um aumento na quantidade de chineses (40%) e chilenos (16%) que decidiram visitar a capital argentina, como publica o jornal local &#8220;Crítica&#8221;.</p>
<p>A taxa de câmbio favorável e as várias opções turísticas de Buenos Aires e do resto da Argentina são as principais razões para o aumento da presença de estrangeiros no país.</p>
<p>Em dezembro passado, o secretário de Turismo da Argentina, Enrique Meyer, disse que até março o país poderá registrar um movimento turístico recorde.</p></blockquote>
<blockquote><p>A entrada de turistas na Argentina no verão subiu 32% de 2003 a 2009.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u690666.shtml">Folha de São Paulo</a></p>
<p>Abaixo, o link para a matéria do Crítica de La Argentina. (Note a legenda da foto: &#8220;Claudin&#8221;. Algo me diz que era Claudinho, mas a jornalista nem se deu o trabalho de perguntar como se escreve.)</p>
<p><strong>&#8220;Argentina: o mais grande do turismo&#8221;</strong><br />
<a href="http://criticadigital.com/index.php?secc=nota&amp;nid=37260">Com comentários</a> (imperdíveis&#8230;)  / <a href="http://www.criticadigital.com/impresa/index.php?secc=nota&amp;nid=38127">Texto completo sem comentários</a></p>
<p>Tudo muito lindo, mas uma pergunta final&#8230; onde estão <strong>todos os outros turistas de outras nacionalidades</strong>? Complexo.</p>
<p>Boa leitura!</p>
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		<title>De volta à Argentina</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 16:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ludmilla Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Morar na Argentina]]></category>
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		<description><![CDATA[A dívida é enorme. Em poucos dias, o site cumpriria 1 ano novos posts &#8211; descontando algumas respostas a comentários ao longo de 2009. Na verdade, eu passei 9 meses no Brasil, dedicando-me a dar passos para algo mais que gostaria de fazer num futuro próximo. Aliás, não é isso que a gente faz todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="tt-flickr tt-flickr-Medium" title="Chegando a Buenos Aires" href="http://www.flickr.com/photos/viagemargentina/4341945546/"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2617/4341945546_182d1d3438.jpg" alt="Chegando a Buenos Aires" width="500" height="333" /></a></p>
<p>A dívida é enorme. Em poucos dias, o site cumpriria 1 ano novos posts &#8211; descontando algumas respostas a comentários ao longo de 2009.<span id="more-1323"></span></p>
<p>Na verdade, eu passei 9 meses no Brasil, dedicando-me a dar passos para algo mais que gostaria de fazer num futuro próximo. Aliás, não é isso que a gente faz todo dia, um passo por vez? =)</p>
<p>Espero que perdoem a ausência. Mas eu precisava dar um tempo da Argentina. E voltar a me abrasileirar (sério!).</p>
<p>Mesmo assim, vocês leitores saibam que durante todo o ano passado me deram alegrias e os aplaudi de pé: mesmo sem novos posts, a freqüência de visitas ao site não parou de crescer! E tenho muito orgulho dos meus leitores, pelo nível de seus comentários. Sempre reconheceram a qualidade do trabalho, ainda que o site não contasse com novidades. Muito, muito obrigada! Pois à qualidade que vocês souberam identificar nos textos e nas informações deste site eu recebi em troca os comentários de vocês!</p>
<p>Voltei à Argentina, e agora minha vida vai ser lá (Brasil) e cá e em qualquer outro lugar &#8211; mais lá e em qualquer outro lugar que cá.</p>
<p>Isso tudo gera uma situação bem curiosa. No começo, eu era turista; depois, passei a ser moradora e quase me esqueci de como ser turista. Agora, depois de muito tempo, volto a ser turista, mas uma turista ex-moradora, o que é uma condição totalmente diferente. Sinto-me que a moradora podia ajudar os leitores com muita carga de informação, mas também tinha uma distância sobe a realidade do Brasil. Agora, é como se o equilíbrio entre os dois mundos &#8211; moradora com muita bagagem &#8211; e turista &#8211; com bagagem também!</p>
<p>Também vim por projetos, idéias, desejos futuros. E bóra com esse blog e com o <a href="http://twitter.com/viagemargentina">Twitter</a>, gente!</p>
<p>Sigam o Cartas Argentinas!</p>
<p>E para que continuemos assim&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Colabore com o Cartas Argentinas" href="http://cartasargentinas.com/doe-10-reais-ou-mais/" target="_self"><strong>Pense na utilidade das informações do site para você e considere fazer uma pequena doação. Obrigada!</strong></a></p>
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		<title>Argentinos gastam menos que brasileiros em férias</title>
		<link>http://www.cartasargentinas.com/argentinos-gastam-menos-que-brasileiros-em-ferias/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 10:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Argentinos no Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Turismo argentino no Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Crédito da foto Estava eu cá buscando coisinhas para ler e encontro que numa pesquisa de julho/2008, o INDEC (IBGE da Argentina) revelava que argentinos gastam no Brasil, em média, US$ 93,7 por dia. Isso representa um crescimento de 6,8% em relação ao mesmo período de 2007. Mesmo assim, está longe da média de gastos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="É que o gol foi com a mão!" src="http://farm1.static.flickr.com/45/181504790_3d2ac08e73.jpg?v=0" alt="" width="338" height="450" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/snowhite/181504790/" target="_blank">Crédito da foto</a></h5>
<p>Estava eu cá buscando coisinhas para ler e encontro que numa pesquisa de julho/2008, o INDEC (IBGE da Argentina) revelava que argentinos gastam no Brasil, em média, US$ 93,7 por dia. Isso representa um crescimento de 6,8% em relação ao mesmo período de 2007. Mesmo assim, está longe da média de gastos de brasileiros na Argentina: US$ 165,20 por dia, um aumento de 34,9% em relação ao período anterior e de 28,6% em média, segundo a mesma pesquisa. Argentinos ficam cerca de 10,6 dias no Brasil; brasileiros passam uma média de 7 dias em viagem na Argentina. Em menos tempo, gastam mais, a maioria em hotéis de 4 e 5 estrelas.<span id="more-324"></span></p>
<p>Esses números não se explicam somente com a lógica do câmbio: Brasil mais caro para os argentinos e vice-versa. Eles acabam gastando mais na Europa (US$ 125,6), nos EUA (US$ 106,7) e no resto do mundo (US$ 125) do que no Brasil: claro, tudo custa em euros ou dólares. Por sua vez, a Argentina pode até parecer muito mais barata para brasileiros, mas o fato é que nossos turistas aqui gastam mais do que aqueles provenientes de qualquer outra parte do mundo. Europeus são o que menos gastam (US$ 65,4) e ficam mais tempo por aqui (26,4 dias). Normal até certo ponto: tenta-se economizar por dia numa viagem mais longa; nós estamos mais próximos da Argentina, portanto podemos fazer viagens rápidas em feriados e nos dar algum ou outro mimo, certo?</p>
<p>Curioso é que europeus têm um poder aquisitivo bem superior ao nosso, especialmente munidos de euros ou libras. E brasileiro, em geral, odeia se endividar; então, se está comprado é porque está com bala na agulha. Já o argentino&#8230;</p>
<h3>SÓ PRA LEMBRAR</h3>
<p>Você não precisa gostar dela, muito menos do jeito de ela explicar economia. Mas nesse textículo, <a href="http://oglobo.globo.com/economia/miriam/post.asp?t=brasil_argentina_uma_moeda_dois_destinos&amp;cod_Post=102472&amp;a=73" target="_blank">Miriam Leitão</a> resume bem ao seu estilo (basicão do basicão) diferenças consolidadas entre Brasil e Argentina. O link é de maio passado, pré-crise financeira internacional. Alguém acha que o Brasil vai sofrer mais que o país vizinho? Chave do tamanho: para que tenham uma idéia, o volume de empréstimos que o BNDES concede é, sozinho, maior que todo o sistema financeiro argentino.</p>
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		<title>Mais turistas argentinos no Brasil?</title>
		<link>http://www.cartasargentinas.com/mais-turistas-argentinos-no-brasil-2/</link>
		<comments>http://www.cartasargentinas.com/mais-turistas-argentinos-no-brasil-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 09:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Argentinos no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Portunhol]]></category>
		<category><![CDATA[Real x peso x dólar]]></category>

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		<description><![CDATA[Bombinhas, Santa Catarina &#8211; Crédito da foto O real se desvalorizou e vem se acomodando frente ao dólar; o peso argentino demorou, mas vem seguindo a mesma inevitável tendência. Mesmo assim, a moeda brasileira já não vale mais quase duas vezes o que os argentos têm debaixo do colchão e isso basta para liberar todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Bombinhas, SC" src="http://farm1.static.flickr.com/28/35245953_eaa716d35e.jpg?v=0" alt="" width="500" height="375" /></p>
<h5 style="text-align: center;">Bombinhas, Santa Catarina &#8211; <a href="http://flickr.com/photos/renatadiem/35245953/" target="_blank">Crédito da foto</a></h5>
<p>O real se desvalorizou e vem se acomodando frente ao dólar; o peso argentino demorou, mas vem seguindo a mesma inevitável tendência. Mesmo assim, a moeda brasileira já não vale mais quase duas vezes o que os argentos têm debaixo do colchão e isso basta para liberar todo aquele tesão reprimido de voltar a veranear no Brasil &#8211; ou que pelo menos a estadia pese menos no bolso.<span id="more-555"></span></p>
<p>O Brasil é o primeiro destino turístico internacional para a Argentina, desnecessário dizer que a maioria dos turistas acaba visitando as praias da região sul. Floripa que o diga: a economia da cidade sofreu tanto quanto a do país vizinho os efeitos da crise de fins de 2001. Outros destinos são grandes cidades, como Rio e São Paulo.</p>
<h3>ATÉ QUE PONTO A ALTERAÇÃO CAMBIÁRIA PODE REVERTER O SENTIDO DO TURISMO</h3>
<p>Não tenho dúvida: até o ponto em que o dólar subir, já que as passagens aéreas são calculadas em moeda americana. Apesar de que por estas pampas o dólar já estivesse alto antes dessa crise, as promoções da Gol bem que ajudaram a empurrar as fronteiras dos <em>pibes</em> a destinos como o nordeste, por exemplo. Se não houver uma barganha daquelas de fim de ano, talvez a opção para eles seja mesmo cruzar para o sul do Brasil em ônibus e ficar por ali mesmo ou tomar uma mega promo aérea daquelas de 1 real por trecho, se houver. Se tudo der certo, a Azul já estará funcionando e será outra opção. Cá entre nós: deveriam agradecer pelo fato de o Brasil não cobrar tarifas diferenciadas para estrangeiros (prática ilegal porém instituída em muitos serviços turísticos na Argentina).</p>
<p>A prova de fogo mesmo será saber se o argentino terá conseguido fazer seu pé de meia, contra vento e maré (inflação e alta do dólar), e se decidirá abrir a carteira no próximo verão no Brasil.</p>
<h3>PRAIAS, CAIPIRINHA, GUARANÁ E GAROTAS</h3>
<p>[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=_bWoLqJiZUE[/youtube]</p>
<p>Em abril deste ano, o jornal Clarín <a href="http://www.clarin.com/diario/2008/04/06/elpais/p-01201.htm" target="_blank">já especulava</a> com a aproximação do peso e do real supervalorizado. Com base em &#8220;progósticos de economistas e analistas de bancos de inversão&#8221;, o diário cantava a bola de que tirar férias no Brasil poderia ficar mais barato. A crise aplastou o real para além do que os tais observadores do mercado puderam prever e começou-se a ler nos jornais daqui algo, no mínimo, torpe: em vez de se preocupar com conseqüências como perda de emprego, inflação, recessão e tudo mais que configure um verdadeiro beco sem saída econômico, os argentinos passaram a festejar a desvalorização do real e a possibilidade de dar um <em>tchibum</em> em águas mais quentinhas.</p>
<p>Quer matéria mais otimista que <a href="http://criticadigital.com/index.php?secc=nota&amp;nid=13393" target="_blank">esta</a>? Por ocasião da apresentação da nova campanha <em>Brasil Sensacional</em> pelo Instituto Brasileiro de Turismo para 2009, o Crítica De la Argentina não consegue disfaçar. E volto a recomedar a leitura dos comentários dos argentos à nota. Melhor irem caprichando no portunhol.</p>
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		<title>Argentina preocupada com o Brasil na crise</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Oct 2008 17:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Atividade econômica]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Bovespa" src="http://farm1.static.flickr.com/229/479370088_2e7091fc6e.jpg?v=0" alt="" width="500" height="266" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><a href="http://flickr.com/photos/rednuht/479370088/" target="_blank">Crédito da foto</a></h5>
<p>Não ouvi falar de presidente que não tratasse de minimizar os efeitos da atual crise financeira em seus países. Acontece que alguns realmente precisam minimizar mais que outros. Numa comparação breve, Cristina Kirchner e Lula fizeram igual, mas diferente. Quando Lula diz que Brasil está mais preparado para enfrentar a crise que em épocas passadas, ele tem mais razão do que quando Cristina diz o mesmo sobre seu país. A Argentina hoje depende muito mais do que ocorre no Brasil &#8211; seu maior parceiro comercial &#8211; do que em outros pagos.<span id="more-106"></span></p>
<p>Em poucas palavras, o período pós 2001 até hoje foi marcado por uma incapacidade da Argentina de atrair reais investimentos. O país foi menos atraente até mesmo que o Paraguai e o Peru. A saída da economia argentina foi exportação de produtos primários e turismo. Sem investimentos, sem modernização de indústria, o país foi impossibilitado de ter acesso a mercados-chave que fariam dele um <em>player</em> internacional. Mesmo assim, o vento a favor muito bem aproveitado por países vizinhos – Brasil e Chile, principalmente – bateu na tangente aqui: o crescimento da economia desses dois países puxou e muito o crescimento da Argentina.</p>
<p>Depois de 2001 e do fim da dolarização dos anos 90, a Argentina conseguiu reativar sua economia (produção, mercado interno) baseada num câmbio de dólar alto/peso desvalorizado. Isso barateou os produtos argentinos e lhes deu competitividade. Foi possível restabelecer certo nível de empregos (ainda que a informalidade chegue a quase metade da força laboral), mercado interno, exportações.</p>
<p>Era uma política necessária e que deveria ter sido mais provisória do que foi, porque o lado negativo dela é que se chega num ponto em que de nada adianta vender barato um produto de qualidade inferior. Para mudar isso, é necessário investimento, crédito para modernização de maquinária de empresas, por exemplo. Manter por muito tempo um dólar alto encarece as importações – uma vantagem, porque o nacional mais barato se vê favorecido. Porém quando já se tem um mercado ativado e a indústria necessita reinvestir em busca de qualidade, se para isso for necessário importar insumos e equipamentos cujos preços aumentam em dólar, fica fácil deduzir que se atinge um gargalo, um fim de linha difícil de superar sem mudanças na área econômica. Aliás, essa falta de correção de linha econômica é o que vem gerando inflação na Argentina antes mesmo dos problemas deflagrados no âmbito internacional.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Crise Internacional" src="http://farm4.static.flickr.com/3068/2932201169_ea1fc87459.jpg?v=0" alt="" width="312" height="290" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><a href="http://flickr.com/photos/myeye/2932201169/" target="_blank">Crédito da foto</a></h5>
<p>Já comentei aqui que, mesmo quando o preço do dólar começou a cair internacionalmente, a Argentina manteve um dólar alto (peso fraco) artificial. Trocando em miúdos: quando o real ficou forte, o peso deveria ter ficado também, ainda que em menor medida, mas isso não aconteceu. O Brasil ficou caro para os argentinos, a Argentina barata para os brasileiros. Um aluvião de turistas aterrissou por aqui. Cada vez mais empresas brasileiras compravam empresas argentinas e investiam no país (uma onda que está longe de terminar).</p>
<p>O real forte não trouxe somente turistas, indústrias e investimentos brasileiros para a Argentina. O crescimento da economia brasileira também alavancou a atividade industrial por aqui. Empresas argentinas produzem em complementaridade com as brasileiras. Para citar apenas um exemplo: muitas partes para aviões e automóveis brasileiros são produzidos em Córdoba. Desde 2001, os investimentos brasileiros diretos na Argentina somam US$ 8 bilhões. Segundo a embaixada brasileira em Buenos Aires, só em 2008 o volume de comércio entre os dois países deve bater na casa dos US$ 30 bilhões (20 anos atrás, era de US$ 1,686 bilhão).</p>
<p>É por isso que a Argentina está muito mais preocupada com o que acontece na economia brasileira, na Bolsa de Valores de São Paulo, na flutuação de índices de atividade econômica que a FIESP e FIEMG (Federação das Indústrias dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, respectivamente) possam publicar. E as decisões políticas de como enfrentar a crise por aqui, além de limitadas, ficam na esteira do que aconteça do outro lado da fronteira.</p>
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		<title>Turismo brasileiro na Argentina: acertei em cheio!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 18:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Argentinos no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem à Argentina]]></category>

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		<description><![CDATA[É certa a preocupação quanto à desvalorização do real frente ao peso para o turismo na Argentina. Até que ponto isso pode afetar o forte fluxo de brasileiros que visitam a Argentina? Para minha surpresa, pouco após ter escrito o post de ontem percebi, no feed do La Nación que mantenho na coluna à direita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É certa a preocupação quanto à desvalorização do real frente ao peso para o turismo na Argentina. Até que ponto isso pode afetar o forte fluxo de brasileiros que visitam a Argentina? Para minha surpresa, pouco após ter escrito o post de ontem percebi, no feed do La Nación que mantenho na coluna à direita esta notícia: &#8220;Temor por uma queda do turismo brasileiro&#8221;.<em></em></p>
<p><img class="aligncenter" title="Hotel Llao Llao, Bariloche" src="http://farm3.static.flickr.com/2216/2461665425_90690a4201.jpg?v=0" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://flickr.com/photos/poperotico/2461665425/" target="_blank">Foto</a></p>
<p>A nota destaca, conforme dito neste blog, que o Brasil é o principal cliente da Argentina em Buenos Aires e Bariloche. Ricardo Roza, presidente da Associação Argentina de Agências de Viagens e Turismo, afirma que os brasileiros “poderiam ver-se imediatamente afetados se entrassem num período de falta de liquidez e recessão, já que, além do turismo de neve, para eles Buenos Aires é uma cidade muito motivante no quesito compras”.</p>
<p>Roza tranqüiliza com o fato de esta próxima temporada (verão) já estar vendida e, portanto, garantida. Mas considera que a partir de março de 2009 a Argentina deveria ter “preços mais baixos para conseguir uma vantagem competitiva como em 2001, quando muitos mercados que não nos tinham em conta (a Argentina) o fizeram, e hoje são nossos clientes”.</p>
<p>Nada disso é delírio: turismo e exportação de <em>commodities</em> (principalmente soja) podem ser tidos como os dois grandes pilares que salvaram o país depois da crise de 2001, cada um a seu modo, gerando benesses e movimentando ramos distitos da economia &#8211; mas sempre movimentando-os. Um exemplo: quando vim a Buenos Aires pela primeira vez, no final de 2000, encontrar alguém que ao menos tentasse entender algo de português era mais difícil que ver uma bola de fogo no céu. Falei em inglês com quem pude, porque ninguém falava inglês também. Certamente falei portunhol, esse idioma em que já perdi fluência! Dava mais frutos fazer cara de dedo e tratar de entendê-los. Melhor pra mim: em três semanas, eu estava falando espanhol.</p>
<p>Retornei em plena crise de 2001 (vi tudo aquilo, sou especialista, pode perguntar!) e depois em fins de 2004. Desde então, em poucos meses perdi a conta de quantas pessoas me diziam que estavam aprendendo português, queriam praticar comigo ou diretamente me perguntavam quanto eu cobrava para dar aulas. Nosso idioma é essencial para os cursos de turismo, o mercado de aulas de português é uma realidade que há sete anos pareceria uma loucura, ainda que os argentos paguem pouco. Basta entrar no Café Tortoni e escutar português sendo falado em todos cantos &#8211; e os garçons entendendo. Preconceitos ainda afloram, mas é muito mais difícil que não te olhem nem te dêem atenção por ser moreno/negro, por exemplo, algo que, lamentavelmente, era muito comum antes (sim, quem visitava a Argentina bem antes que eu me confirmou isso em primeiríssima pessoa).</p>
<p>Para quem quiser bisbilhotar a nota original, <a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1056811" target="_blank">aqui está</a>. Uma observação: a redação falha quando o título se refere aos brasileiros e o texto só fala disso no final, privilegiando considerações quanto a outros clientes (americanos e europeus, no caso). Fazer o quê?</p>
<h3>Comentários</h3>
<p>Se quiserem rir um pouco, tomem um tempinho para ler os comentários dos argentinos. Entre os mais equilibrados, está o de nick <strong>iaciuk</strong>, para quem, com os preços que pretendem cobrar nas praias argentinas, já no ano passado era mais conveniente ir ao Brasil, “considerando que (as praias) são muito melhores&#8221;. E arremata: “Este ano, se o dólar se mantiver acima dos 2,10 reais, não restarão dúvidas”.</p>
<p>Mais exaltado, <strong>Cachonosky,</strong> concorda: “Não há mal que não venha para bem!”, se exalta. &#8220;Com sorte e vento a favor, em 2009 estaremos mais perto da água quentinha.” Com “sorte” ele se refere à desvalorização do real frente ao peso (como se este também não fosse se desvalorizar…) e a “água quentinha” são as praias brasileiras, já que as águas argentinas são gélidas. Aliás, ele próprio pondera: “Claro que depende também de como o nosso governo (argentino) decida colocar o tipo de câmbio, e de como cada um de nós possa ir enfrentando o temporal”. Mas termina seu comentário confiante: “<em>Suerte muchachos! La aventura es la aventura!</em>” Parece que este vai carimbar o passaporte de verde-amarelo assim que puder.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Mar del Plata" src="http://farm1.static.flickr.com/85/369537621_42d8a770f7.jpg?v=0" alt="Essas barracas são alugadas e protegem do forte vento. Muito comum nas praias argentinas." width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Essas barracas são alugadas e protegem do forte vento. Muito comum nas praias argentinas.</p></div>
<p style="text-align:center;"><a href="http://flickr.com/photos/boreritos/369537621/" target="_blank">Foto</a></p>
<p>Já o revoltado <strong>Max27</strong> pergunta: “Com os problemas que se avizinham, não devemos nos preocupar somente com o turismo! Há problemas mais sérios e não é o caso de tratá-los superficialmente”. Daí em diante, começa a reivindicar todos os problemas internos pelos que passa a Argentina atualmente. O usuário <strong>datadb2</strong> lembra as épocas em que os argentinos eram os principais clientes de turismo no Brasil e acha que a diferença é que os brasileiros estão mais acostumados a viver e a trabalhar com turismo que os argentos (neste último ponto concordo com ele; a profissionalização de nosso setor de turismo é bem maior e evidente).</p>
<p>Há ainda os negadores da realidade, como <strong>viking</strong>, que diz: “A insegurança espanta o turismo”, em resposta ao usuário <strong>Martik</strong>, que diz não haver competição entre Argentina e Brasil como destino turístico, já que são diferentes e, por isso, complementares. Nosso amigo <strong>viking</strong> nega toda e qualquer crescente violência em Buenos Aires; é daqueles argentinos que continuam usando o tema violência para desmerecer o Brasil.</p>
<p>O ápice mesmo fica por conta de <strong>Darkslater:</strong> “Ainda não entendo como no ano passado me saiu mais barato ir ao Brasil que à costa argentina”. Ao que lhe responde um argentino que se autobatiza <strong>antoninho</strong>: “É que no Brasil te cobram barato para que você volte sempre!” Acho que muitos brasileiros e estrangeiros em geral que vêem à Argentina ou vivem aqui identificam muito bem o grau de afano nos preços de que fala <strong>antoninho</strong>! Mesmo com o real valendo mais que o peso, hein! O que acham?</p>
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