<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cartas Argentinas &#187; Argentina</title>
	<atom:link href="http://www.cartasargentinas.com/category/argentina/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.cartasargentinas.com</link>
	<description>Tudo o que acontece na Argentina, em bom português</description>
	<lastBuildDate>Wed, 18 Jan 2012 03:58:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Pés Cansados: novo clipe da Sandy foi gravado na Argentina</title>
		<link>http://www.cartasargentinas.com/pes-cansados-novo-clipe-da-sandy-foi-gravado-na-argentina/</link>
		<comments>http://www.cartasargentinas.com/pes-cansados-novo-clipe-da-sandy-foi-gravado-na-argentina/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 May 2010 21:55:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Interior da Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[CD Manuscrito]]></category>
		<category><![CDATA[norte argentino]]></category>
		<category><![CDATA[Pés Cansados]]></category>
		<category><![CDATA[San Juan]]></category>
		<category><![CDATA[Sandy]]></category>
		<category><![CDATA[Valle de la Luna]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cartasargentinas.com/?p=1633</guid>
		<description><![CDATA[A cantora Sandy acaba de se lançar em vôo solo, e seu primeiro CD, Manuscrito, chegou às lojas no último dia 7 de maio. O clipe da primeira faixa de trabalho, Pés Cansados, foi gravado em abril passado, justamente onde, onde? Na Argentina. Assista!Pés Cansados foi rodado em abril deste ano na belíssima região do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p>A cantora Sandy acaba de se lançar em vôo solo, e seu primeiro CD, <em>Manuscrito</em>, chegou às lojas no último dia 7 de maio. O clipe da primeira faixa de trabalho, <em>Pés Cansados</em>, foi gravado em abril passado, justamente onde, onde? Na Argentina. Assista!<span id="more-1633"></span>Pés Cansados foi rodado em abril deste ano na belíssima região do Valle de la Luna, na província (Estado) de San Juan, no norte da Argentina. O diretor é Oscar Rodrigues Alves, que também dirigiu o filme &#8220;Titãs &#8211; A vida parece uma festa&#8221;.</p>
<p>[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=r2CZl_xTxJ0[/youtube]</p>
<p>Há pouco mais de uma semana, Sandy falou à <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u727065.shtml" target="_blank">TV UOL</a> sobre o novo disco e sobre o que achou desta região do interior da Argentina.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cartasargentinas.com/pes-cansados-novo-clipe-da-sandy-foi-gravado-na-argentina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Excelente: Wallace, Gromit e&#8230; Maradona!?</title>
		<link>http://www.cartasargentinas.com/excelente-wallace-gromit-e-maradona/</link>
		<comments>http://www.cartasargentinas.com/excelente-wallace-gromit-e-maradona/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 May 2010 22:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Hand of Dog]]></category>
		<category><![CDATA[Hand of God]]></category>
		<category><![CDATA[La Mano de Dios]]></category>
		<category><![CDATA[Maradona]]></category>
		<category><![CDATA[NPower Ad]]></category>
		<category><![CDATA[Wallace and Gromit]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cartasargentinas.com/?p=1621</guid>
		<description><![CDATA[Wallace and Gromit são os personagens de uma série animada britânica de mesmo nome.  NPower é uma companhia britânica de eletricidade e gás natural. Wallace and Gromit são, digamos assim, garotos-propaganda da NPower. Maradona é aquele cara que deu literalmente &#8220;uma mãozinha&#8221; pra seleção da Argentina vencer a Inglaterra nas quartas de final da copa do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1629" title="Hand of Dog, Wallace and Gromit, Maradona, La mano de Dios" src="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2010/05/cartas-argentinas_hand-of-dog_wallace-and-gromit_maradona.jpg" alt="Hand of Dog, Wallace and Gromit, Maradona, La mano de Dios" width="471" height="386" /></p>
<p>Wallace and Gromit são os personagens de uma série animada britânica de mesmo nome.  NPower é uma companhia britânica de eletricidade e gás natural. Wallace and Gromit são, digamos assim, garotos-propaganda da NPower.</p>
<p>Maradona é aquele cara que deu literalmente &#8220;uma mãozinha&#8221; pra seleção da Argentina vencer a Inglaterra nas quartas de final da copa do Mundo de 1986: o histórico gol de mão.<span id="more-1621"></span></p>
<p>O comercial abaixo é demonstração da capacidade de irreverência do humor inglês! =D</p>
<p>[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=2hXyo9WzvUs[/youtube]<br />
A &#8220;mão de Deus&#8221;, assumida sem o menor remordimento pelo hoje técnico da equipe <em>albiceleste</em>, garantiu que aquele fosse o único jogo a não ser levado a pênaltis nas quartas de final de 1986, mundial que a Argentina acabaria levando pra casa.</p>
<p>O tchauzinho do Maradona foi o &#8220;segundo gol&#8221; dele no jogo &#8211; o primeiro ele fez com os pés, mesmo, como corresponde.</p>
<p>A geniaaaaaaal propaganda da NPower brinca com o termo em inglês &#8220;hand of God&#8221; (&#8220;mão de Deus&#8221; = &#8220;la mano de Diós&#8221;, como batizaram-no os argentinos), que passa a ser &#8220;hand of dog&#8221; (&#8220;mão do cachorro&#8221;) de Gromit.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cartasargentinas.com/excelente-wallace-gromit-e-maradona/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Impressões sobre Buenos Aires e a Argentina: qual é a sua?</title>
		<link>http://www.cartasargentinas.com/impressoes-sobre-buenos-aires-e-argentina/</link>
		<comments>http://www.cartasargentinas.com/impressoes-sobre-buenos-aires-e-argentina/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 17:20:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Impressões sobre Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Impressões sobre Buenos Aires]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cartasargentinas.com/?p=1614</guid>
		<description><![CDATA[Crédito da foto Quais as suas impressões sobre Buenos Aires e a Argentina? Veio pra cá há muito tempo ou apenas recentemente? Para férias ou pra morar, estudar, trabalhar? Cada um de nós tem uma impressão pessoal, mas que também depende de onde nascemos, como vivemos, de nossa personalidade e do tempo que passamos em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Ei, e com você mesmo que eu tô falando!" src="http://farm4.static.flickr.com/3607/3660187490_c1943c9c59.jpg" alt="" width="500" height="332" /><a href="http://www.flickr.com/photos/carlistaire888/3660187490/" target="_blank">Crédito da foto</a></p>
<p style="text-align: left;">Quais as suas impressões sobre Buenos Aires e a Argentina? Veio pra cá há muito tempo ou apenas recentemente? Para férias ou pra morar, estudar, trabalhar?</p>
<p style="text-align: left;">Cada um de nós tem uma impressão pessoal, mas que também depende de onde nascemos, como vivemos, de nossa personalidade e do tempo que passamos em cada lugar.</p>
<p style="text-align: left;">Nossas impressões também podem ir mudando ao longo do tempo&#8230; O tempo é senhor de todas as perspectivas.</p>
<p style="text-align: left;">Relate as suas impressões sobre Buenos Aires ou a Argentina pra nós e pros outros leitores. [Comentários serão filtrados e se necessário, editados, ok?]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cartasargentinas.com/impressoes-sobre-buenos-aires-e-argentina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>21</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Atração turística: piquete em Buenos Aires!</title>
		<link>http://www.cartasargentinas.com/atracao-turistica-piquete-em-buenos-aires/</link>
		<comments>http://www.cartasargentinas.com/atracao-turistica-piquete-em-buenos-aires/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 16:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval em Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo em Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Piquete]]></category>
		<category><![CDATA[Protestos na Argentina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cartasargentinas.com/?p=1559</guid>
		<description><![CDATA[Quem ainda não voltou pro Brasil nesse feriado de Carnaval e ainda tem umas horinhas em Buenos Aires não pode perder: a chance de tirar umas fotinhas com essa que já passou a ser uma das maiores atrações turísticas da cidade (não, isso não é uma piada)&#8230; UM PIQUETE!!! Corram: esquina da 9 de julio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2010/02/cartas_piquete-clarin.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1562" title="cartas_piquete clarin" src="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2010/02/cartas_piquete-clarin.jpg" alt="" width="503" height="194" /></a></p>
<p><a href="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2010/02/cartas_piquete-clarin.tiff"><img class="aligncenter size-full wp-image-1560" title="Piquete Argentina Clarin" src="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2010/02/cartas_piquete-clarin.tiff" alt="" /></a><a href="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2010/02/cartas_piquete-clarin.tiff"><img class="aligncenter size-full wp-image-1560" title="Piquete Argentina Clarin" src="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2010/02/cartas_piquete-clarin.tiff" alt="" /></a></p>
<p>Quem ainda não voltou pro Brasil nesse feriado de Carnaval e ainda tem umas horinhas em Buenos Aires não pode perder: a chance de tirar umas fotinhas com essa que já passou a ser uma das maiores atrações turísticas da cidade (não, isso <strong>não é uma piada</strong>)&#8230; UM PIQUETE!!!</p>
<p>Corram: esquina da 9 de julio com av. Belgrano! Já!</p>
<p>O link da notícia, <a href="http://www.clarin.com/diario/2010/02/17/um/m-02142154.htm" target="_blank">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cartasargentinas.com/atracao-turistica-piquete-em-buenos-aires/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carnaval brasileiro em Buenos Aires</title>
		<link>http://www.cartasargentinas.com/carnaval-buenos-aires/</link>
		<comments>http://www.cartasargentinas.com/carnaval-buenos-aires/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 23:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval em Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda Cultural Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Fugir do Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem à Argentina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cartasargentinas.com/?p=1460</guid>
		<description><![CDATA[É isso aí, minha brava gente brasileira, que pensava que tava fugindo do Carná vindo pra Argentina! A festança é chique, bem, com apoio da Embajada de Brasil y todo! Pense na utilidade dessas informações para você e considere fazer uma pequena doação ao site. Obrigada! Eu não queria desanimar ninguém, mas não posso mentir&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 434px"><img title="Carnavalciño em Buenos Aires" src="http://www.brasil.org.ar/assets/archivos/_resampled/ResizedImage424600-IMAGEN-OFICIAL-Carnaval-Brasileiro-en-Buenos-Aires.jpg" alt="" width="424" height="600" /><p class="wp-caption-text">Tava fugindo do Carnaval, bébé? Nã na ni na nã!</p></div>
<p>É isso aí, minha brava gente brasileira, que pensava que tava fugindo do Carná vindo pra Argentina!</p>
<p>A festança é chique, bem, com apoio da Embajada de Brasil y todo!<span id="more-1460"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a title="Colabore com o Cartas Argentinas" href="http://cartasargentinas.com/doe-10-reais-ou-mais/" target="_self"><strong>Pense na utilidade dessas informações para você e considere fazer uma pequena doação ao site. Obrigada!</strong></a></p>
<p>Eu não queria desanimar ninguém, mas não posso mentir&#8230; Entrando na página do evento, o internauta é redirecionado à página da produtora (que foi muito inteligente, diga-se de passagem! Acho mais que legal o Brasil estar na moda por aí afora!) Só que a música que carrega com a página é de <strong>matar</strong> e de repente eu não conseguia ver aqui nas minhas milhares de telas abertas onde se escondia a dita cuja&#8230; e a solução foi baixar o volume do computador =)</p>
<p>Mas ó: tá bem de acordo com o axé milenar que os argentinos AINDA escutam e fazem questão de que seja todo um momento especial nas festas de aniversário, casamento, 15 anos, bodas de prata, de outro, de diamante, Bar Mitzvá, Bat Mitzvá (juro! fui num Bat aqui que me brindou essa emoção lá pelas três da manhã, com dançarinos, coreografia y todo!)&#8230;</p>
<p>Ah, vai&#8230; vai ser legal! =) E eu acho que os artistas estão certíssimos (sério!): é trabalho, é a arte deles, é nosso país. Tô com eles e não abro (sério!).</p>
<p>Agora, se quiser fugir HOJE, pode ir no Niceto e ficar por lá direto: a noite começa com algo curiosamente chamado de <a href="http://www.nicetoclub.com/evento?id=1074&amp;fecha=viernes_12_de_febrero&amp;evento=noche_de_musica_y_mantra_para_las_masas" target="_blank">Música y Mantra para las Masas</a>, seguida pelos góticos pop do <a href="http://www.nicetoclub.com/evento?id=1092&amp;fecha=viernes_12_de_febrero&amp;evento=adicta_en_invasion" target="_blank">Adicta</a> (um deles era meu amigo de MSN, pasmem!) e termina com <a href="http://www.nicetoclub.com/evento?id=1094&amp;fecha=viernes_12_de_febrero&amp;evento=radio_royale_(lado_b)" target="_blank">Radio Royale (Lado B)</a>.</p>
<p>Tô falando? Vá e fique por lá, zifí! =)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cartasargentinas.com/carnaval-buenos-aires/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Violência no Brasil e na Argentina</title>
		<link>http://www.cartasargentinas.com/violencia-no-brasil-e-na-argentina/</link>
		<comments>http://www.cartasargentinas.com/violencia-no-brasil-e-na-argentina/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 22:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[A Argentina é violenta?]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires é violenta?]]></category>
		<category><![CDATA[Violência em Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Violência na Argentina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cartasargentinas.com/?p=1456</guid>
		<description><![CDATA[Portal G1 noticiando o assalto a membros da delegação argentina de judô que estão em São Paulo para treinar. Crédito da foto: Luciana Bonadio/G1 Integrantes da delegação de judô da Argentina foram assaltados na noite desta segunda-feira (1º) ao chegar ao hotel onde estão hospedados, perto do Parque do Ibirapuera, na Zona Sul de São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Portal G1 noticiando o assalto a membros da delegação argentina de judô que estão em São Paulo para treinar.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 405px"><img title="Foto: Luciana Bonadio/G1" src="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/foto/0,,35742189-FMMP,00.jpg" alt="" width="395" height="263" /><p class="wp-caption-text">Jodocas argentinos assaltados em São Paulo</p></div>
<p style="text-align: center;">Crédito da foto: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1473473-5605,00-INTEGRANTES+DE+DELEGACAO+DE+JUDO+DA+ARGENTINA+SAO+ASSALTADOS+EM+SP.html" target="_blank">Luciana Bonadio/G1</a></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">Integrantes da delegação de judô da Argentina foram assaltados na noite desta segunda-feira (1º) ao chegar ao hotel onde estão hospedados, perto do Parque do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo. Os atletas estão na capital paulista para treinar, junto com a delegação brasileira, para o Mundial Paraolímpico de Judô, que acontece em março na Turquia.</p>
<p>Os judocas José Alfredo Efron, de 26 anos, José David Efron, de 19 anos, e Jorge Lencina, de 32 anos, chegaram de táxi ao hotel por volta das 21h desta segunda, vindos do aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, quando foram abordados. “Quando chegamos à rua, estava tudo escuro. Desci do carro e um homem veio com um revólver. Ele apontou para nós e pediu para dar tudo”, lembra José Alfredo, que é atleta da Argentina, mas veio acompanhar o irmão, atleta paraolímpico, nos treinamentos em São Paulo.</p></blockquote>
<p style="text-align: left;"><span id="more-1456"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a title="Colabore com o Cartas Argentinas" href="http://cartasargentinas.com/doe-10-reais-ou-mais/" target="_self"><strong>Pense na utilidade dessas informações para você e considere fazer uma pequena doação ao site. Obrigada!</strong></a></p>
<p style="text-align: left;">Leia a notícia inteira <a href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1473473-5605,00-INTEGRANTES+DE+DELEGACAO+DE+JUDO+DA+ARGENTINA+SAO+ASSALTADOS+EM+SP.html" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: left;">É, não é bonita notícia, com certeza não. O grande problema é explicar pros turistas brasileiros em Buenos Aires que a cidade não é nada segura e faz tempo. Não cometam nenhuma loucura que não fariam no Brasil.</p>
<p style="text-align: left;">Muita gente já discutiu comigo, querendo provar o contrário. Passa um tempo e recebo um email ou telefonema do tipo: &#8220;Ah, não sabe o que me aconteceu, você tinha razão&#8230; blá blá blá&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">Já me acostumei a essa mania de brasileiro achar que só deve se cuidar no Brasil e terminar assaltado em Londres, em Oslo, Paris&#8230; Buenos Aires! Pretendo voltar a esse tema num post futuro.</p>
<p style="text-align: left;">Por enquanto, pra quem não acredita, é só procurar e achar!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_1457" class="wp-caption aligncenter" style="width: 474px"><a href="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2010/02/cartasargentinas_violencia-na-argentina-la-nacion.jpg"><img class="size-full wp-image-1457" title="cartasargentinas_violencia na argentina la nacion" src="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2010/02/cartasargentinas_violencia-na-argentina-la-nacion.jpg" alt="" width="464" height="512" /></a><p class="wp-caption-text">Busca por &quot;asalto&quot; no site do jornal La Nación</p></div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://buscar.lanacion.com.ar/asalto" target="_blank">Busca por &#8220;asalto&#8221; no jornal La Nación</a></p>
<div id="attachment_1458" class="wp-caption aligncenter" style="width: 486px"><a href="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2010/02/cartasargentinas_violencia-na-argentina-critica-de-la-argentina.jpg"><img class="size-full wp-image-1458" title="Busca por &quot;asalto&quot; no jornal Crítica de la Argentina" src="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2010/02/cartasargentinas_violencia-na-argentina-critica-de-la-argentina.jpg" alt="" width="476" height="558" /></a><p class="wp-caption-text">Busca por &quot;asalto&quot; no jornal Crítica de la Argentina</p></div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://criticadigital.com/index.php?secc=buscar&amp;keys=asalto&amp;area=digital&amp;x=4&amp;y=9" target="_blank">Busca por &#8220;asalto&#8221; no jornal Crítica de la Argentina</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cartasargentinas.com/violencia-no-brasil-e-na-argentina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasileiros invadem Buenos Aires</title>
		<link>http://www.cartasargentinas.com/brasileiros-invadem-buenos-aires/</link>
		<comments>http://www.cartasargentinas.com/brasileiros-invadem-buenos-aires/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 19:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem à Argentina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cartasargentinas.com/?p=1331</guid>
		<description><![CDATA[Crédito da foto Parece que os brasileiros estão salvando a economia da Argentina, pelo menos quanto aos números do turismo. Em Buenos Aires, principal porta de entrada do país, se escuta português há cada dois passos, e não é de hoje. A tendência só aumenta, apesar de uma baixa durante o surto de gripe suína [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<div style="text-align: auto;">
<div style="text-align: auto;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><img title="Brasileiros em Buenos Aires" src="http://farm3.static.flickr.com/2179/2250012926_8680deb54b.jpg" alt="" width="375" height="500" /><p class="wp-caption-text">Não conta lá em casa!</p></div>
</div>
</div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/katjaaquino/2250012926" target="_blank">Crédito da foto<br />
</a></p>
<p>Parece que os brasileiros estão salvando a economia da Argentina, pelo menos quanto aos números do turismo. Em Buenos Aires, principal porta de entrada do país, se escuta português há cada dois passos, e não é de hoje. A tendência só aumenta, apesar de uma baixa durante o surto de gripe suína (julho/2009).</p>
<p><span id="more-1331"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a title="Colabore com o Cartas Argentinas" href="http://cartasargentinas.com/doe-10-reais-ou-mais/" target="_self"><strong>Pense na utilidade dessas informações para você e considere fazer uma pequena doação ao site. Obrigada!</strong></a></p>
<p style="text-align: left;">A notícia está escancarada em blogs, portais de notícias e jornais. Mas, sejamos francos, nem precisava: basta colocar o pé na rua. Lembram-se que em outubro/2008, aqui mesmo no <strong>Cartas Argentinas</strong> já traçávamos a importância do glorioso <a title="Cartas Argentinas Turismo brasileiro na Argentina" href="http://cartasargentinas.com/turismo-brasileiro-na-argentina-acertei-em-cheio-2/" target="_self">turismo brasileiro na Argentina</a>?</p>
<p style="text-align: left;">Há poucos dias, no final de janeiro/2010, o site Mensajero Web (especializado em informação turística) divulgou números do Ente de Turismo da capital portenha (é como a secretaria de turismo da cidade). Os números davam conta de que, em dezembro de 2009, houve mais 34,4% de brasileiros na cidade que no mesmo período de 2008.</p>
<blockquote><p>29-01-2010 04.53</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Los brasileños volvieron a la ciudad</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>En el Ente de Turismo porteño dicen que la recuperación del mercado brasileño para la Ciudad es el hecho más significativo de esta temporada de verano.</p>
<p>Según cifras de la Dirección Nacional de Migraciones, en diciembre llegaron 59.377 brasileños, un 34,4% más de los 44.179 que vinieron en igual mes de 2008. En noviembre, según la Encuesta de Turismo Internacional, sólo por Ezeiza entraron 48.277. Y en todo 2009 llegaron 469.765, representando el 66,8% del total de viajeros de países limítrofes. El ministro de Cultura y titular del Ente, Hernán Lombardi, señala: &#8220;En plena crisis de 2009, las acciones promocionales en el exterior fueron redireccionadas en un 70% al mercado de Brasil, previendo que sería el de recuperación más rápida y sostenida&#8221;.</p></blockquote>
<blockquote><p>Según el Ente, los brasileños se quedan un promedio de 5 noches y gastan unos US$ 156 diarios. El área que más visitan es el centro, incluyendo la calle Florida. Y sus actividades favoritas son la gastronomía y las compras. Rodeada de artesanías tangueras y gauchescas, la encargada de un local de souvenirs de Florida al 500 cuenta: &#8220;Antes los brasileños compraban más, ahora cuidan el centavo. Igual son los que más gastan. Se llevan imanes y remeras. Antes de preguntar el precio, ya te piden descuento&#8221;.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://www.mensajeroweb.com.ar/index.php?x=nota/45281/1/los-brasilenos-volvieron-a-la-ciudad">MensajeroWeb</a></p>
<p>Antes, um comentário: brasileiro pedir desconto não tem NADA a ver com não ter dinheiro. Os argentinos têm uma dificuldade enorme de entender isso e até chegam a maltratar as pessoas por isso. Não entendem a beleza de negociar. Agora: que a inflação argentina já comeu E MUITO as vantagens de se viajar pra terra do Maradona, ah, isso já comeu sim! Dá um desconto aí, vai?</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Brasileiros em Buenos Aires" src="http://farm4.static.flickr.com/3106/3236884214_d2ba799361.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">A típica foto depois das compritchas!</p></div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/dooutrolado/3236884214" target="_blank">Crédito da foto</a></p>
<p>Voltando: há dois dias, a Folha de São Paulo publicou texto da agência EFE com os números de janeiro/2010: nada menos que 50% mais brasileiros que no mesmo período de 2008. A nota faz referência a matéria publicada no Crítica de La Argentina. No texto, a <em>conserje</em> (zeladora, porteira, ou melhor, administradora no caso) de um hostel no centro de Buenos Aires afirma que, nos últimos três meses (repito: TRÊS meses!), turistas brasileiros responderam por 90% da ocupação. (Aqui, um aparte: o leitor verá que não tem jeito, os argentinos continuam a falar gramaticalmente errado em português quando querem dizer &#8220;o maior do mundo&#8221; &#8211; traduzem literalmente da gramática do espanhol &#8211; <em>más grande</em> &#8211; e aí a bizarrice portunholesca corre solta: &#8220;O mais grande do mundo&#8221;. Mas no jornal, gente!?)</p>
<blockquote><p>07/02/2010 &#8211; 14h10<br />
<strong>Visita de brasileiros a Buenos Aires cresce 50% em janeiro<br />
</strong><br />
da Efe, em Buenos Aires<br />
A chegada de turistas brasileiros a Buenos Aires aumentou 50% em janeiro passado em relação ao mesmo mês de 2009, segundo os responsáveis pelo controle de passageiros do principal aeroporto da capital argentina.</p></blockquote>
<blockquote><p>Também foi verificado um aumento na quantidade de chineses (40%) e chilenos (16%) que decidiram visitar a capital argentina, como publica o jornal local &#8220;Crítica&#8221;.</p>
<p>A taxa de câmbio favorável e as várias opções turísticas de Buenos Aires e do resto da Argentina são as principais razões para o aumento da presença de estrangeiros no país.</p>
<p>Em dezembro passado, o secretário de Turismo da Argentina, Enrique Meyer, disse que até março o país poderá registrar um movimento turístico recorde.</p></blockquote>
<blockquote><p>A entrada de turistas na Argentina no verão subiu 32% de 2003 a 2009.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u690666.shtml">Folha de São Paulo</a></p>
<p>Abaixo, o link para a matéria do Crítica de La Argentina. (Note a legenda da foto: &#8220;Claudin&#8221;. Algo me diz que era Claudinho, mas a jornalista nem se deu o trabalho de perguntar como se escreve.)</p>
<p><strong>&#8220;Argentina: o mais grande do turismo&#8221;</strong><br />
<a href="http://criticadigital.com/index.php?secc=nota&amp;nid=37260">Com comentários</a> (imperdíveis&#8230;)  / <a href="http://www.criticadigital.com/impresa/index.php?secc=nota&amp;nid=38127">Texto completo sem comentários</a></p>
<p>Tudo muito lindo, mas uma pergunta final&#8230; onde estão <strong>todos os outros turistas de outras nacionalidades</strong>? Complexo.</p>
<p>Boa leitura!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cartasargentinas.com/brasileiros-invadem-buenos-aires/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>De volta à Argentina</title>
		<link>http://www.cartasargentinas.com/de-volta-a-argentina/</link>
		<comments>http://www.cartasargentinas.com/de-volta-a-argentina/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 16:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ludmilla Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Morar na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Ser turista na Argentina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cartasargentinas.com/?p=1323</guid>
		<description><![CDATA[A dívida é enorme. Em poucos dias, o site cumpriria 1 ano novos posts &#8211; descontando algumas respostas a comentários ao longo de 2009. Na verdade, eu passei 9 meses no Brasil, dedicando-me a dar passos para algo mais que gostaria de fazer num futuro próximo. Aliás, não é isso que a gente faz todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="tt-flickr tt-flickr-Medium" title="Chegando a Buenos Aires" href="http://www.flickr.com/photos/viagemargentina/4341945546/"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2617/4341945546_182d1d3438.jpg" alt="Chegando a Buenos Aires" width="500" height="333" /></a></p>
<p>A dívida é enorme. Em poucos dias, o site cumpriria 1 ano novos posts &#8211; descontando algumas respostas a comentários ao longo de 2009.<span id="more-1323"></span></p>
<p>Na verdade, eu passei 9 meses no Brasil, dedicando-me a dar passos para algo mais que gostaria de fazer num futuro próximo. Aliás, não é isso que a gente faz todo dia, um passo por vez? =)</p>
<p>Espero que perdoem a ausência. Mas eu precisava dar um tempo da Argentina. E voltar a me abrasileirar (sério!).</p>
<p>Mesmo assim, vocês leitores saibam que durante todo o ano passado me deram alegrias e os aplaudi de pé: mesmo sem novos posts, a freqüência de visitas ao site não parou de crescer! E tenho muito orgulho dos meus leitores, pelo nível de seus comentários. Sempre reconheceram a qualidade do trabalho, ainda que o site não contasse com novidades. Muito, muito obrigada! Pois à qualidade que vocês souberam identificar nos textos e nas informações deste site eu recebi em troca os comentários de vocês!</p>
<p>Voltei à Argentina, e agora minha vida vai ser lá (Brasil) e cá e em qualquer outro lugar &#8211; mais lá e em qualquer outro lugar que cá.</p>
<p>Isso tudo gera uma situação bem curiosa. No começo, eu era turista; depois, passei a ser moradora e quase me esqueci de como ser turista. Agora, depois de muito tempo, volto a ser turista, mas uma turista ex-moradora, o que é uma condição totalmente diferente. Sinto-me que a moradora podia ajudar os leitores com muita carga de informação, mas também tinha uma distância sobe a realidade do Brasil. Agora, é como se o equilíbrio entre os dois mundos &#8211; moradora com muita bagagem &#8211; e turista &#8211; com bagagem também!</p>
<p>Também vim por projetos, idéias, desejos futuros. E bóra com esse blog e com o <a href="http://twitter.com/viagemargentina">Twitter</a>, gente!</p>
<p>Sigam o Cartas Argentinas!</p>
<p>E para que continuemos assim&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Colabore com o Cartas Argentinas" href="http://cartasargentinas.com/doe-10-reais-ou-mais/" target="_self"><strong>Pense na utilidade das informações do site para você e considere fazer uma pequena doação. Obrigada!</strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cartasargentinas.com/de-volta-a-argentina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Morar na Argentina: Buenos Aires bizarra [1]</title>
		<link>http://www.cartasargentinas.com/morar-na-argentina-buenos-aires-bizarra-1/</link>
		<comments>http://www.cartasargentinas.com/morar-na-argentina-buenos-aires-bizarra-1/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Dec 2008 18:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Morar na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos em Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires bizarra]]></category>
		<category><![CDATA[Dia-a-dia em Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de moedas na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Golpes em Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Má educação portenha]]></category>
		<category><![CDATA[Metrô em Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Portenhos mal-educados]]></category>
		<category><![CDATA[Um dia em Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Violência em Buenos Aires]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cartasargentinas.com/?p=1239</guid>
		<description><![CDATA[Hospital Rivadavia, calle Áustria. Recoleta, Buenos Aires &#8211; Crédito: Ludmilla Lima [Post longo, já aviso.] Três dias antes do Natal. Saio de casa, tenho que sacar dinheiro no caixa eletrônico mais próximo. Olho ao redor com atenção: são muitos os &#8220;seqüestros express&#8221; em Buenos Aires, além de gente que pode estar vigiando quem entra e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align: center;"><a href="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2008/12/buenos-aires_stencil2476.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1242" title="buenos-aires_stencil2476" src="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2008/12/buenos-aires_stencil2476.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></h5>
<h5 style="text-align: center;"><a title="Galeria de fotos Cartas Argentinas" href="http://cartasargentinas.com/galeria-de-fotos/" target="_self">Hospital Rivadavia, calle Áustria. Recoleta, Buenos Aires &#8211; Crédito: Ludmilla Lima</a></h5>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">[Post longo, já aviso.] Três dias antes do Natal. Saio de casa, tenho que sacar dinheiro no caixa eletrônico mais próximo. Olho ao redor com atenção: são muitos os &#8220;seqüestros express&#8221; em Buenos Aires, além de gente que pode estar vigiando quem entra e sai de um banco. Longe de ser paranóia, acontece o tempo todo. Prefiro ir durante os horários em que o banco está aberto (10h-15h), já que ultimamente percebi que perto da minha casa quase todas as agências bancárias têm oficiais da Polícia Federal na porta, armados. Quase todas. É, a coisa está feia em Buenos Aires &#8211; nenhum bairro escapa.<span id="more-1239"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a title="Colabore com o Cartas Argentinas" href="http://cartasargentinas.com/doe-10-reais-ou-mais/" target="_self"><strong>Pense na utilidade dessas informações para você e considere fazer uma pequena doação ao site. Obrigada!</strong></a></p>
<p style="text-align: left;">Além disso, tirando dinheiro numa agência durante o horário de atenção ao público também evito passar o cartão para abrir a porta, e assim não cair no golpe do momento (um dos&#8230;): aquele em que um dispositivo inserido na fenda do leitor do cartão guarda seus dados, para depois&#8221;pescar&#8221; a senha digitada na máquina. Retiro o dinheiro, tudo certo. O próximo problema a resolver é conseguir moedas.</p>
<p>A falta de moedas na Argentina é um problema crescente e que se agravou nos últimos dois anos. As causas são muitas &#8211; não vêm ao caso aqui &#8211; e o fato é que pra se mover de ônibus em Buenos Aires você é obrigado a ter moedas. O Banco Central argentino dispôs uma resolução que obriga os bancos a trocarem até 50 pesos em moedas para qualquer pessoa que assim solicite, mas na prática a história é bem outra. Na prática, você come aquela fila, e pergunta humildemente quantos pesos podem te dar em moedas. &#8220;Três, cinco&#8221;. Dê-se por satisfeito.</p>
<p>Antes de passar por isso, contei minhas moedas e o tempo que eu tinha para fazer tudo o que precisava. &#8220;Dá pro gasto&#8221;, pensei. Eu já havia feito o que descrevi acima alguns dias antes, numa verdadeira romaria: saindo de um banco e entrando a outro, tentando juntar moedas pra não ter que fazer isso todo dia.</p>
<p>Desisti das moedas. Tinha o suficiente. Mesmo assim, considerei a possibilidade de tomar o metrô. Logo eu, que não tomo mais metrô por razões de segurança diversas. Mas é fim de ano, e um dia antes me disseram que o metrô não estava tão cheio, assim como a cidade não deveria estar. Saio do banco, há uma entrada para o <em>subte</em> bem em frente. Na escada que me leva aos trens, meu pé em movimento prestes a descer o primeiro degrau parou no ar; um usuário sai à minha esquerda, me olha e dispara: &#8220;<em>El subte no anda</em>&#8220;. Que lindo! Isso poucos dias depois da greve que paralisou a cidade por brigas sindicais dos funcionariós dos subterrâneos e somou mais um capítulo de más lembranças aos usuários de um serviço que consegue piorar a cada dia. Nesses quatro anos aqui e desde que pisei essas terras por primeira vez há sete, nem te conto. Tento ser positiva: &#8220;<em>Menos mal que no me detuve en el túnel</em>&#8220;.</p>
<p>Calor. Tenho moedas. Vou pro ponto de ônibus. O efeito do metrô parado já se desenha nas longas filas e todas as linhas possíveis estão lotadas. Imagino que o trânsito até o centro não seria dos melhores e entro em qualquer ônibus que me leve o mais próximo possível do meu destino. Dos bairros ao norte até o centro da cidade, é sempre bom optar por alguma linha que passe por Las Heras, avenida quase sempre mais transitável que Santa Fé.</p>
<p>Dito e feito. Após Las Heras, o 41 entra por Pueyrredón e desço na esquina com Santa Fé. Desisto de tomar outro ônibus e gastar mais moedas. Preciso fazer exercício; caminho dali quase até o teatro Colón. Chego, pingando de suor, &#8220;feliz&#8221;.</p>
<p>Tenho que realizar um <em>trámite</em>. Palavra maldita. Na Argentina, isso significa qualquer burocracia que você tenha que enfrentar para conseguir um papel para&#8230; apresentar em outro <em>trámite</em> burocrático. Não me digam que é como no Brasil. É bem pior. No Registro de Nacional de Reincidência, preciso tirar meu certificado de antecedentes penais, um papel em que consta que a cidadã aqui nunca teve problemas com a Lei nem julgada e condenada na Argentina. No Brasil, é um trâmite gratuito na polícia federal. Aqui, custa 25,40 centavos, 40 pesos ou 50 pesos, numa verdadeira máquina de fazer dinheiro, já que há muitos outros trâmites que pedem o tal documento. O que mais me causa espanto é que pedem isso em muitas admissões de emprego. Por isso, a repartição fica lotada, sempre. No dia anterior, o rapazinho da porta me atendeu tão bem que eu fiz questão de agradecê-lo por ter sido educado. Óbvio que ele me olhou com cara de dedo, coitado: minha gratidão/educação é que lhe foi estranha. Já dá pra imaginar como são as pessoas por aqui.</p>
<p>Nessa minha nova visita, o humor geral havia voltado ao &#8220;normal&#8221; = ruim. A velha ali sentada entabula com esta que vos escreve o seguinte diálogo (devidamente traduzido):</p>
<p>EU: -Oi, como vai? [toda simpática, sorrindo, pra amaciar a velha, porque eu sei bem como é; já devia ter aprendido que isso não funciona onde ninguém tem humor]. Onde começo meu <em>trámite</em>?</p>
<p>ELA: -Que tipo de <em>trámite</em> você quer? [ora, ali só tem um e eu já tinha feito isso antes!; perguntei <em>por las dudas</em>]</p>
<p>EU: -Bem&#8230; sei lá [ela me confundiu].</p>
<p>ELA: -Aqui tem vários formulários [com má vontade, gira o corpo na cadeira, aponta para os cartazes improvisados na parede]. Para onde é?</p>
<p>EU: -Ah, com <em>tipos</em> a senhora se refere aos diferentes tempos de tramitação! É para <em>Migraciones</em>.</p>
<p>ELA: -Para amanhã?</p>
<p>EU: -Não sei, se ainda der pra sair hoje&#8230;</p>
<p>ELA: -Não, não dá.</p>
<p>EU: -Amanhã, então.</p>
<p>ELA: -Oito da manhã?</p>
<p>EU: -Pode ficar pronto às 8h da manhã? <em>Bueno</em>.</p>
<p>Estica o braço, me dá um formulário para pagar numa agência bancária armada ali mesmo. Fila, pequena. O caixa me atende: &#8220;<em>Son 50 pesos</em>&#8220;. Respondo que são 40, porque era para o dia seguinte. Olho o formulário e dizia &#8220;<em>Trámite de 8h</em>&#8220;. Ele: &#8220;Ah, então tem que ser outro&#8221;.</p>
<p>Volto à vaca, digo, à velha fria. Conto até dez &#8211; dez mil.</p>
<p>EU: -A sra. me deu outro formulário, eu preciso do que é para 24h.</p>
<p>ELA: -Mas você me disse que queria para amanhã às 8h da manhã [errmm... foi <em>ela</em> quem disse isso!]</p>
<p>EU: -Não disse isso, mas se é para amanhã, são 24h.</p>
<p>ELA: -Você acha que sendo duas da tarde seu <em>trámite</em> vai ficar pronto amanhã de manhã? É o de 8h.</p>
<p>Bem, nesse ponto vale uma digressão. O diálogo, de minha parte, foi normal, mesmo porque já me cansei das discussões portenhas por nada, e queria evitar mais uma. Se precisar, lanço mão e encarno, de corpo e alma, uma legítima portenha, ao ponto de um amigo meu dizer que eu sou uma pessoa falando português e outra falando espanhol. Aprendi a me defender; sabia que para só poderia ser respeitada se brigasse igual no país em que a discussão por nada, <em>al pedo</em> é um esporte nacional. Há prós e contras, mas o melhor pró é que me olham e ficam paralisados; não conseguem associar o que vêem ao que escutam. Uma menina com sotaque, mas o sotaque é pouco&#8230; é daqui ou não? Mas tem todos os maneirismos daqui&#8230; Brasileira branca? [Simplificando, pra eles todo brasileiro é preto e se você for branco, é porque é rico. É classista assim a sociedade/mentalidade argentina, aprendam.] Pareço ucraniana, sôo ucraniana, alemã, me perguntam se tou judia/israelita. Enfim, não me enquadram. Ótimo.</p>
<p>Dessa vez, voltei ao &#8220;cinismo com finalidades práticas&#8221;, ou &#8220;nada me tira do sério, nem você&#8221;. E 24h significa amanhã, a qualquer hora, não me venha dar uma de Suécia nessa altura do campeonato. Me engana que eu gosto. Foi por isso que nessa hora eu brequei a velha, que já ia se alterando, e disse: &#8220;Sra., isso não é uma briga. Estou dizendo que aconteceu blá blá, e é só blá, a sra. falou tal coisa que foi entendida como tal [como deve ser!, diga-se de passagem] e pronto, nada mais, pra que tudo isso!?&#8221;</p>
<p>A velha me diz &#8211; não tão bem &#8211; que tudo bem, e que eu devolva então o formulário anterior. O cara do caixa já o havia destruído, provavelmente. Quem se importa? Rasgue esse e me dê outro, você tem um bloco inteiro. Vou lá.</p>
<p>EU: -A sra. está pedindo o formulário.</p>
<p>ELE: -Por quê?</p>
<p>EU: -Disse que precisa, que não pode me dar o outro se não&#8230;</p>
<p>ELE: &#8211; Mas eu já&#8230;!</p>
<p>Ai. Velha.</p>
<p>EU: -O caixa parece que já destruiu o papel.</p>
<p>Ela se levanta furiosa, deixa todo mundo esperando na fila, vai ao caixa, pede satisfação, o cara estressado porém mantém uma atitude entre tentar explicar e não dar bola, difícil de pôr em palavras. E eu digo que já que ela tinha me dito que&#8230; Nisso, a velha põe o dedo em riste [portenha típica] e num tom portenho típico me puxa pra briga: &#8220;¡<em>&#8216;Cucháme una cosa! Vos me habias dicho que</em>&#8230;&#8221;</p>
<p>Eu fecho os olhos, levanto a sobrancelha: &#8220;Sra., não importa, isso não importa, <em>se da cuenta</em>?&#8221; [porque aliás obviamente eu não disse nada do que ela ia dizer que eu havia dito] Tentei dizer que, se para ela amanhã às 8h da manhã significam 8h de espera, ainda que fossem 18h, OK, contanto que ela explicasse o inexplicável antes, porque eu já sei que qualquer desculpa nesse país serve para tirar dinheiro do bolso das pessoas. Quarenta, 50 pesos, que importa!? Esses dez nem vão pro bolso dela, pra que dificultar a minha vida com uma <em>pelotudez</em> [idiotice]? Pra que um sujeito se levanta para trabalhar mal e tratar as pessoas mal? Que estranho prazer há nisso? A essa altura, parece <em>naïf</em> a gente se perguntar isso, e eu não sou nada ingênua, mas cansei. Se você pensar bem, não há ingenuidade nessa pergunta, não.</p>
<p>O caixa ainda tinha o papel. Estava mais ou menos, mas estava lá. Eu fechei os olhos pra falar e despachar a mulher, então nem a vi voltando ao seu trono. O cara preferiu baixar a cabeça e me cobrar [sábio, ele vê a velha todo dia mesmo e sabia que a culpa não era minha]. Reclamo, com apenas uma frase. Vou pra outra fila.</p>
<p>O painel com os numerinhos eletrônicos marcava 495. O meu era 460. O que foi que eu perdi? Sei que não se caracterizam pela rapidez&#8230; e entro na fila assim mesmo. &#8220;Quando for minha vez, eu explico&#8221;, penso. Na minha frente, uns bolivianos, ou peruanos talvez, estes bem humildes [porque há os que não o são]. A mocinha é chamada, com um bebê nos braços, para deixar suas impressões digitais. Espio e me regozijo: eu não precisaria usar o sabão líquido e os lencinhos húmidos que havia levado para limpar as mãos. Diferentemente do piche com que me sujaram os dedos há dois anos ali mesmo, finalmente ocorreu uma revolução no departamento. Descobriram o <em>scanner</em> digital, e compraram vários, pequenininhos. Aleluia [sim, porque há outros itens, como o silenciador de motos, que ainda não descobriram por estas pampas].</p>
<p>No gogó, um funcionário chama o próximo da fila, com desinteresse. O rapaz, provavelmente esposo da mocinha com o bebê, não escuta. O senhor não se importa, não chama de novo, enfim, o problema não é dele, que se dane, certo? O segundo rapaz na fila avisa o primeiro, que troca olhares com o tal funcionário. &#8220;¡<em>Vamo&#8217;, viejo, vamo&#8217; que no tenemo&#8217; todo el día!</em>&#8220;, grita o velho, comendo os S correspondentes, agressivo, corpo tombado à esquerda, braços balançando no ar. O rapaz vai em sua direção, intimidado.</p>
<p>Mais algumas pessoas, e chega a minha vez. O senhor que me atende, simpático, me pergunta se eu já fiz o <em>trámite</em> antes, vira meu documento prum lado e pro outro. Percebo que ele não entende onde está o que, com sempre. &#8220;Aqui o número, aqui meu nome&#8221;. &#8220;Mas que linda está na foto, como fica bem o seu cabelo assim pra um lado&#8230;&#8221; Foto do RG, eu tinha 16 anos.</p>
<p>EU: -Faz tempo isso aí&#8230; que ano foi mesmo? Deixe eu ver.</p>
<p>ELE: -Mas você é muito jovem&#8230;!</p>
<p>E me canta algo, e algo me diz que era um tango. Eu sorrio, já sabendo o quão galanteadores são os velhinhos [homens] dessa terra, que não tiram o time de campo. Prefiro considerar seu senso de humor, naquele lugar, àquela hora.</p>
<p>EU: -Tá todo mundo louco nesse país.</p>
<p>ELE: -Queeeeeê? [assim longo, todo docinho]</p>
<p>EU: -Primeiro uma velha me trata mal, agora o sr. me canta um tango&#8230;</p>
<p>ELE: -Quem, aquela lá? Liga não, está mal atendida essa aí. ["mal comida" foi o que ele quis dizer; e olhou para os lados, como que buscando alguém que corroborasse sua afirmação; à sua esquerda, outra velha, que não lhe dá ouvidos]</p>
<p>Maravilha. Ponho os dedinhos no <em>scanner</em>. Saio, mãos limpas, papelzinho para retirar meu <em>trámite</em> no dia seguinte, recarrego minha garrafinha de água. Tchau velha, <em>suerte</em>.</p>
<p>Um dia assim é normal em Buenos Aires. Olha que nem contei o dia todo. Tem mais.</p>
<p>E ainda aturo quem vem dizer que eu não sei lidar.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cartasargentinas.com/morar-na-argentina-buenos-aires-bizarra-1/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>10 de dezembro, 1 Argentina, muitos números</title>
		<link>http://www.cartasargentinas.com/10-de-dezembro-1-argentina-muitos-numeros/</link>
		<comments>http://www.cartasargentinas.com/10-de-dezembro-1-argentina-muitos-numeros/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 17:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[25 anos de democracia na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[28ª Marcha de La Resistencia]]></category>
		<category><![CDATA[Abrazo simbólico al INDEC]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Crise do campo]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura argentina]]></category>
		<category><![CDATA[HIJOS]]></category>
		<category><![CDATA[INDEC]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Julio López]]></category>
		<category><![CDATA[Madres de la Plaza de Mayo]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Etchecolatz]]></category>
		<category><![CDATA[Néstor Kirchner]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Justicialista]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Radical]]></category>
		<category><![CDATA[Plaza de Mayo]]></category>
		<category><![CDATA[Raúl Alfonsín]]></category>
		<category><![CDATA[Retenções na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Um ano de governo de Cristina Kirchner]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cartasargentinas.com/?p=1117</guid>
		<description><![CDATA[Dmitri Medvedev (Rússia) cumprimenta Cristina por seu primeiro ano de mandato? &#8211; Crédito: Presidencia de la Nación Dez de dezembro é o dia em que se comemora a volta da democracia na Argentina após a queda do último governo militar, em 1983. Hoje há um número redondo para se comemorar: 25 anos, como se Bodas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2008/12/cristina-e-medvedev.jpg"><img class="size-full wp-image-1118 aligncenter" title="Cristina Kirchner e Dmitri Medvedev" src="http://cartasargentinas.com/wp-content/uploads/2008/12/cristina-e-medvedev.jpg" alt="Feliz aniversário, Presi?" width="500" height="315" /></a></p>
<h5 style="text-align: center;">Dmitri Medvedev (Rússia) cumprimenta Cristina por seu primeiro ano de mandato?  &#8211; Crédito: Presidencia de la Nación</h5>
<p>Dez de dezembro é o dia em que se comemora a volta da democracia na Argentina após a queda do último governo militar, em 1983. Hoje há um número redondo para se comemorar: 25 anos, como se Bodas de Prata fossem. Dez de dezembro é também a data em que os presidentes eleitos desde então assumem o poder. Dito isso, o tumultuoso governo de Cristina Kirchner completa hoje um ano. Essa folhinha de calendário coincide ainda com os 60 anos da aprovação da Declaração Universal dos Direitos do Homem pelas Nações Unidas. Tudo isso junto dá um caldo e tanto para manifestações na Praça de Maio, como se já não houvesse muitas ao longo do ano &#8211; especialmente deste 2008.<span id="more-1117"></span></p>
<h3>ABRAZO SIMBÓLICO AL INDEC</h3>
<p>O dia começou às 11h30, com um abraço simbólico do INDEC (IBGE argentino) por seus trabalhadores. O organismo sofreu uma intervenção estatal que remonta a fins de 2006 e que, nos transcurso de 2007 e principalmente 2008 se traduziu em manipulação de índices, principalmente de inflação, preços ao consumidor, dados relacionados à pobreza e o que mais se imaginar. O INDEC não funciona normalmente. Seu trabalhadores estão &#8220;em luta&#8221;, &#8220;resistindo&#8221;, desde então. Após o abraço, seguiriam para a Praça de Maio a fim de se juntar à &#8220;28ª Marcha de la Resistencia&#8221;.</p>
<h3>28ª MARCHA DE LA RESISTENCIA</h3>
<p>Dita marcha teve início às 12h, na Av. de Maio em direção à Praça de Maio. Chegando aí se transformou num evento que toma todo o dia, literalmente, até as 24h. Organizada por HIJOS e pelas Madres de la Plaza de Mayo/Línea Fundadora, a marcha reclama &#8220;julgamento e reclusão perpétua em prisões comuns a todos os genocidas, cúmplices e ideólogos&#8221; da última ditadura (1976-83). Também a &#8220;restituição da identidade das mais de 400 crianças apropriadas durante o terrorismo de Estado&#8221;. &#8220;Apropriados&#8221; são os bebês e crianças pequenas separadas de suas famílias de pais &#8220;subversivos&#8221; e muitas vezes adotadas por famílias de militares. Foram cerca de 500, 400 são as que ainda restam ser identificadas.</p>
<p>O evento reclama ainda &#8220;verdade sobre o que ocorreu com todos e cada um dos presos/desaparecidos&#8221;, além da &#8220;aparição com vida de Julio López&#8221;. Hoje um senhor, Jorge Julio López é um simples pedreiro que militava numa unidade básica peronista barrial. Foi desaparecido, preso e torturado de 21 de outubro de 1976 a 25 de junho de 1979. No período, Miguel Etchecolatz era diretor de investigações da província de Buenos Aires e encarregado de um dos muitos centros de detenção clandestinos da ditadura de então. Etchecolatz foi julgado e está preso, sendo que Julio López foi testemunha central de seu julgamento, mas &#8220;desapareceu&#8221; misteriosamente desde o dia 18 de setembro de 2006, na cidade de La Plata (capital da província de Buenos Aires) e portanto, durante o governo de Néstor Kirchner. Até hoje as investigações não deram em nada, envoltas em inúmeras especulações. Julio López passa a ser considerado o primeiro desaparecido político da democracia argentina.</p>
<h3>A VOZ DE ALFONSÍN  DE VOLTA AO CABILDO</h3>
<p>Às 12h52, um grupo do Partido Radical organizou um ato em que a voz do copartidário ex-presidente Raúl Alfonsín voltaria a ser escutada no Cabildo, onde há exatamente 25 anos e àquela mesma hora ele proferiu seu primeiro discurso ao povo como presidente que iniciava este período democrático. Em 10 de dezembro de 1983, Alfonsín falou a uma Praça de Maio repleta de gente e, mais importante, de expectativas e sonhos de uma Argentina nova, diferente.</p>
<h3>MARCHA CONGRESO-PLAZA DE MAYO POR LOS ASESINADOS E DESAPARECIDOS</h3>
<p>Às 17h, estarão presentes familiares e amigos das vítimas do que por aqui chamam &#8220;gatilho fácil&#8221; (abuso de autoridade, de forma geral) e da impunidade institucional. Neste dia internacional dos Direitos Humanos, exigirão, mais uma vez, justiça e a &#8220;não criminalização da infância e da juventude, além de rejeitar a diminuição de idade de imputabilidade&#8221;. Essa é, aliás, a discussão mais quente por aqui, na tentativa de pôr freios à onda de insegurança vivida principalmente em Buenos Aires, em muitos casos praticada por menores de idade. Como é de se imaginar, isso vem à tona a partir de crimes tidos como de extrema violência pela opinião pública.</p>
<h3>ENQUANTO ISSO, NÉSTOR, CRISTINA E ALFONSÍN&#8230;</h3>
<p>Enquanto isso, em pleno aniversário de um ano de seu mandato e com um nível de popularidade inferior a 30%, a presidenta Cristina Kirchner está bem longe da Argentina: está na Rússia, em viagem oficial. Por aqui, quem brinda esse aniversário e fala em nome dela é nada menos que seu marido, titular do Partido Justicialista e ex-presidente Néstor Kirchner. Anormal, não?</p>
<p>E Raúl Alfonsín, símbolo maior dessa festa democrática, foi homenageado em sua casa pelos principais representantes do setor agrário argentino, protagonistas da inédita e dura manifestação contra o aumento das retenções (altos impostos às exportações de produtos agrários) e que delineou todo um ano de estréia e de pesadelo de Cristina no poder.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cartasargentinas.com/10-de-dezembro-1-argentina-muitos-numeros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

